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Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto, 1º duque de Loulé
ANP 1985-Tomo I-pg. 31
CLSA-pg. 38
Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barreto, 1º duque de Loulé
Pais
Casamentos
Palácio de Queluz 05.12.1827
D. Ana de Jesus Maria de Bragança, infanta de Portugal * 23.10.1806

Filhos
Notas Biográficas
  • 1º duque de Loulé
  • 2º marquês de Loulé
  • 9º conde de Vale de Reis
  • 24º senhor da Azambuja
  • 14º senhor do Morgado da Quarteira
  • Senhor das Capelas e Morgado de Moura
  • Senhor, por herança de sua tia materna D. Joaquina de Lorena e Menezes, Marquesa de Louriçal, do Palácio de Seteais, em Sintra
  • Alcaide-Mor de Loulé, Albufeira, Moura e Azambuja
  • Gentil-Homem e Estribeiro-Mor de El-Rei D. João VI
  • Ajudante de Campo de El-Rei D. Pedro IV
  • Presidente do Conselho de Ministros
  • Ministro de Estado em diversas pastas
  • Governador Civil de Coimbra
  • Supremo Governador Civil e Militar de Coimbra
  • Presidente da Câmara dos Pares
  • General de Divisão
  • Grã-Cruz da Ordem de Torre e Espada
  • Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
  • Comendador da Ordem de Cristo; Grã-Cruz das ordens de São Maurício e São Lázaro da Sardenha
  • Grã-Cruz da Ordem de Ernesto Pio de Saxe-Coburg-Gotha
Títulos, Morgados e Senhorios
Cargos e Profissões
Ordens
Cronologia
  • 12.01.1833
    Nuno de Mendoça, marquês Loulé, assume a pasta dos Negócios Estrangeiros.
  • 26.01.1836
    O Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, marquês de Loulé, apresenta às Cortes um relatório sobre a actividade diplomática do Governo.
  • 06.06.1856
    O duque de Loulé, tio do rei D. Pedro V, assume a presidência do governo formando um ministério com Sá da Bandeira nas pastas da Marinha e Colónias e nas Obras Públicas, José Jorge Loureiro na Guerra e na Fazenda, Silva Sanches, no Reino e Cunha Pessoa na Justiça.
  • 28.10.1857
    O governo chefiado pelo duque de Loulé cede à ameaça francesa entregando a barca "Charles et Georges".
  • 18.01.1859
    D. Pedro V não aceita a demissão de Loulé, que só tinha uma maioria de sete votos.
  • 14.03.1859
    O governo de Loulé pediu a demissão.
  • 16.03.1859
    Após cessar funções como chefe de governo Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto, o duque da Terceira forma novo governo, em que acumulará as pastas dos Estrangeiros e da Guerra, e que será composto por Fontes Pereira de Melo no ministério do Reino, Martens Ferrão na Justiça, Casal Ribeiro na Fazenda, António de Serpa Pimentel nas Obras Públicas e Ferreri na Marinha e Colónias; todos políticos regeneradores.
  • 04.07.1860
    O duque de Loulé é incumbido de formar o governo. Ocupando a pasta do reino, escolhe Lobo de Ávila, antigo cartista puro, para a Fazenda e Negócios Estrangeiros, e membros do partido histórico e antigos cabralistas, para as outras pastas.
  • 21.02.1862
    O duque de Loulé formou novo governo, depois de o anterior se ter demitido devido aos tumultos de Dezembro. António José de Ávila não faz parte do novo governo. Sá da Bandeira mantêm-se na Guerra, a Marinha é entregue a Mendes Leal, Lobo de Ávila, futuro conde de Valbom, ocupa as Obras Públicas. Anselmo José Braamcamp substituiu Loulé no ministério do Reino, o que provocará a intensificação das medidas contra as congregações religiosas.
  • 27.09.1862
    Casamento de D. Luís Icom a princesa de Sabóia, D. Maria Pia, filha de Vítor Manuel II, futuro rei de Itália, mas na altura ainda rei do Piemonte e Sicília, tendo como procurador o duque de Loulé.
  • 06.10.1862
    Nuno José de Mendonça e Rolim de Moura Barreto, duque de Loulé, assume a secretaria de estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 09.04.1865
    Cessa funções como chefe do governo Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto (2º mandato), substituindo-o no cargo Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá de Bandeira.
  • 17.04.1865
    O marquês de Loulé chefia novo ministério, englobando históricos e regeneradores, que ficou conhecido por "governo de fusão". Em 1867 sofre uma grande onda de constetação na sequência da reforma fiscal e acabará por ser demitido em 1868 com a Revolta da Janeirinha".
  • 08.08.1867
    Criação de uma grande comissão, presidida pelo duque de Loulé, e formada por dezoito outros membros, para propor reformas urgentes com intuito de «melhorar as condições economicas do paiz e extinguir ou atenuar o defice do orçamento do Estado».
  • 10.08.1869
    Assume pela terceira vez a chefia do governo Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto, substituindo no cargo o marquês de Sá de Bandeira.
  • 11.08.1869
    Novo governo com o regresso do chefe do Partido Histórico ao poder. Loulé acumulará a presidência com a secretaria do Reino, enquanto Ávila terá as pastas das Obras Públicas e do Exército. Anselmo José Braamcamp terá a Fazenda, Mendes Leal os Negócios Estrangeiros e Rebelo da Silva a Marinha e Ultramar. José Luciano de Castro entrará para o Reino, mais tarde, na sua primeira participação governativa.
  • 12.08.1869
    Apresentação do governo às Câmaras. As duas facções dos históricos - a unha branca de Loulé e a unha negra de Ávila reconciliam-se. O governo tem o apoio da maioria dos deputados, 58 apoiantes contra 25 opositores.
  • 14.09.1869
    Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto, marquês de Loulé, assume interinamente a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 18.05.1870
    "Saldanhada", o último golpe de estado dirigido pelo marechal Saldanha. O marechal é nomeado ministro da guerra, mas o duque de Loulé não referenda a decisão do rei D. Luís, sendo por isso demitido e substituído por Saldanha, que é nomeado Presidente e ministro de todas as pastas.
  • 19.05.1870
    Assume a chefia do governo o duque de Saldanha (3º mandato), substituindo no cargo Nuno José de Mendoça Rolin de Moura Barreto (3º mandato).
  • 26.05.1870
    Governo de Saldanha - dos Cem Dias - apoiado por todas as forças oposicionistas ao antigo governo histórico de Loulé. Governará até 29 de Agosto.
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