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D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela
DDJ-vol. II-pg. 127
D. Pedro de Sousa Holstein, 1º duque de Palmela
Pais
Filhos
Títulos, Morgados e Senhorios
Cargos e Profissões
Ordens
Cronologia
  • 23.12.1820
    Desembarca no Rio de Janeiro o conde de Palmela assumindo a pasta dos Negócios Estrangeiros para que havia sido nomeado em 1817.
  • 21.02.1821
    O conde de Palmela apresenta a D. João VI o projecto de bases fundamentais da Constituição.
  • 01.06.1823
    Pedro de Sousa Holstein, conde de Palmela, assume a a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 18.06.1823
    Nomeação de uma Junta para preparar a nova Constituição. Era presidida pelo marquês de Palmela e integrava 14 membros, entre os quais Trigoso de Aragão Morato e outros nomes representantes do tradicionalismo reformista. A Junta terminará a sua tarefa em Dezembro seguinte, sem resultados práticos.
  • 19.10.1828
    Instruções do duque de Palmela à delegação por ele enviada ao Imperador do Brasil, D. Pedro, no Rio de Janeiro.
  • 20.11.1828
    Carta do duque de Wellington ao marquês de Palmela para que os emigrados portugueses em Plymouth fossem transferidos para diversas povoações inglesas.
  • 23.12.1828
    Carta do duque de Wellington a Palmela, esclarecendo que o Governo britânico não consentiria que os imigrados, saídos de Inglaterra, fizessem guerra ao Governo de Portugal.
  • 22.06.1829
    Chegada do duque da Terceira a Vila da Praia como capitão-general, nomeado por Palmela em Londres.
  • 15.03.1830
    Chegada de Palmela à Terceira. Constituição da Regência.
  • 15.06.1830
    D. Pedro, do Rio de Janeiro, confirma a Regência da ilha Terceira: Palmela, Terceira e Guerreiro.
  • 22.10.1831
    Decreto da Regência da Terceira concedendo plenos poderes ao marquês de Palmela para contratar com os governos de Paris e Londres as estipulações convenientes para ser restituído o trono a D. Maria II.
  • 31.10.1831
    Palmela regressa a Londres, proveniente de Paris.
  • 03.03.1832
    D. Pedro chega à ilha Terceira. Assumindo a regência, nomeia um Ministério que integra, entre outros, Palmela, Mouzinho e Freire. Terceira general, fica sob o comando do regente.
  • 29.09.1832
    D. Pedro de Sousa Holstein, conde de Palmela, assume a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros (Liberal).
  • 16.11.1832
    Palmela e Mouzinho de Albuquerque propõem a D. Pedro a arbitragem inglesa e francesa para a conciliação nacional.
  • 22.11.1832
    Partem para Londres o marquês de Palmela e Luis Mouzinho de Albuqueque como Plenipotenciários, na busca de uma possivel mediação para o conflito civil português.
  • 29.11.1832
    Missão do marquês de Palmela em Londres com o objectivo de obter o reconhecimento Inglaterra e França de D. Maria da Glória como rainha de Portugal.
  • 21.12.1832
    De Londres, o marquês de Palmela escreve a D. Pedro, requerendo a exoneração do cargo de Ministro de Estado.
  • 23.12.1832
    Em carta dirigida ao marquês de Palmela, lord Grey escusa-se ao pedido de empréstimo, solicitado pelos liberais ao Governo britânico.
  • 01.06.1833
    Chegada ao Porto de Palmela e Napier, com reforços para as forças liberais.
  • 13.06.1833
    Demissões de Sartorius e Solignac. Saldanha é nomeado chefe do estado-maior. Teixeira, comandante da expedição do Sul com Napier, e Palmela, governador civil.
  • 23.11.1833
    Reunião do Conselho de Estado. Palmela critica a acção do governo, nomeadamente na área económica.
  • 16.02.1835
    D. Pedro de Sousa Holstein, duque de Palmela, assume a pasta dos Negócios Estrangeiros.
  • 04.04.1835
    Reabertura das Cortes. A Rainha não chama ao Paço o duque de Palmela, como devia, para se informar da sessão parlamentar.
  • 02.05.1835
    Queda do ministério Palmela, fundamentalmente devido à promulgação da lei da venda dos bens nacionais.
  • 26.05.1835
    O marechal Saldanha substituiu o conde de Linhares na chefia do governo. O ministério, que incluía novamente o duque de Palmela, ficou conhecido pelo "ministério impossível".
  • 27.05.1835
    D. Pedro de Sousa Holstein, duque de Palmela, assume a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 07.10.1837
    Assinatura da Convenção de Chaves. As tropas sublevadas ficavam à disposição do governo. Os oficiais manteriam os seus postos, mas seriam pagos de acordo com a tarifa de 1719. Os chefes da revolta - Saldanha, Terceira, Palmela, Silva Carvalho e Mouzinho de Albuquerque - abandonam o País.
  • 07.02.1842
    D. Pedro de Sousa Holstein, duque de Palmela, assume a pasta dos Negócios Estrangeiros.
  • 07.02.1842
    Queda do gabinete dirigido por António José de Ávila, futuro duque de Ávila. Palmela é nomeado para formar novo governo, que será conhecido pelo do Entrudo, por ter estado em funções três dias - até dia 9.
  • 09.02.1842
    O ministério Palmela cai e o duque da Terceira é escolhido para presidir ao novo ministério.
  • 17.05.1846
    Assume a chefia do governo D. Pedro de Sousa Holstein, duque de Palmela, substituindo no cargo o conde de Tomar.
  • 26.05.1846
    Nomeação do Ministério Palmela, que mandou desarmar as juntas. Francisco de Almeida Portugal, conde de Lavradio, assume a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 05.10.1846
    Golpe palaciano, conhecido pelo nome de Emboscada, organizado por Costa Cabral, de Madrid, posto em prática por Saldanha com o apoio de D. Maria II, e que provocou a demissão do governo de Palmela e à constituição de um ministério cabralista presidido pelo marechal.
  • 06.10.1846
    Proclamação ao exército do novo governo, em que o marechal Saldanha prometia manter as demissões dos ministros afastados pela revolta da Maria da Fonte, os «Cabrais» fundamentalmente, e a abolição dos impostos reclamados pela revolta. Substituindo o duque de Palmela, assume a chefia do governo (e a interinamente a secretaria de estado dos Negócios Estrangeiros) João Carlos de Saldanha Oliveira e Daun, duque de Saldanha.
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