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António José de Ávila, 1º duque de Ávila e Bolama
GENLIS-Cap.-Ávila
NPB-vol. 2-pg. 348
ONSCVV-pg. 8
ONSCVV-pg. 39
António José de Ávila, 1º duque de Ávila e Bolama
Pais
Casamentos
Lisboa 28.09.1850
Emilie Hegnauer * 21.02.1829

Filhos
  • Não houve descendência deste casamento
Títulos, Morgados e Senhorios
Cargos e Profissões
Ordens
Cronologia
  • 07.02.1842
    Queda do gabinete dirigido por António José de Ávila, futuro duque de Ávila. Palmela é nomeado para formar novo governo, que será conhecido pelo do Entrudo, por ter estado em funções três dias - até dia 9.
  • 18.06.1849
    Costa Cabral regressa ao poder, presidindo um ministério apoiado por Saldanha, com o conde do Tojal nos Estrangeiros e António José de Ávila, na Fazenda.
  • 16.04.1850
    Confirmação da criação do Banco de Portugal, por Carta de Lei, referendada por António José de Ávila.
  • 26.06.1851
    Criação de um centro eleitoral cabralista, tendo o duque da Terceira como como chefe e José Castilho como redactor do jornal, e o apoio do marquês de Fronteira e António José de Ávila. José Bernardo da Silva Cabral escreve a Saldanha anunciando a sua oposição ao governo devido à promulgação da nova lei eleitoral.
  • 14.03.1857
    António José de Ávila e Carlos Bento da Silva, dois antigos cartistas, entram no gabinete.
  • 04.07.1860
    António José de Ávila assume a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 21.02.1862
    O duque de Loulé formou novo governo, depois de o anterior se ter demitido devido aos tumultos de Dezembro. António José de Ávila não faz parte do novo governo. Sá da Bandeira mantêm-se na Guerra, a Marinha é entregue a Mendes Leal, Lobo de Ávila, futuro conde de Valbom, ocupa as Obras Públicas. Anselmo José Braamcamp substituiu Loulé no ministério do Reino, o que provocará a intensificação das medidas contra as congregações religiosas.
  • 02.01.1868
    Assume a chefia do governo António José de Ávila, duque de Ávila.
  • 04.01.1868
    Queda do governo da Fusão e constituição de um ministério presidido por António José de Ávila, futuro duque de Ávila e Bolama, governo da direita reformista que subiu ao poder para dar satisfação ao movimento da Janeirinha.
  • 14.07.1868
    Assume a chefia do governo Bernardo de Sá-Nogueira, marquês de Sá de Bandeira, substituindo no cargo António José de Ávila, duque de Ávila
  • 11.08.1869
    Novo governo com o regresso do chefe do Partido Histórico ao poder. Loulé acumulará a presidência com a secretaria do Reino, enquanto Ávila terá as pastas das Obras Públicas e do Exército. Anselmo José Braamcamp terá a Fazenda, Mendes Leal os Negócios Estrangeiros e Rebelo da Silva a Marinha e Ultramar. José Luciano de Castro entrará para o Reino, mais tarde, na sua primeira participação governativa.
  • 12.08.1869
    Apresentação do governo às Câmaras. As duas facções dos históricos - a unha branca de Loulé e a unha negra de Ávila reconciliam-se. O governo tem o apoio da maioria dos deputados, 58 apoiantes contra 25 opositores.
  • 20.08.1870
    António José de Ávila, marquês de Ávila e Bolama, assume interinamente a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 04.09.1870
    Eleições. António José Ávila concorre independentemente dos outros partidos.
  • 29.10.1870
    Assume a chefia do governo pela segunda vez António José de Ávila, duque de Ávila, substituindo no cargo Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá de Bandeira.
  • 30.01.1871
    Ávila substitui Alves Martins no ministério do Reino.
  • 10.02.1871
    O Partido Histórico decide continuar a apoiar o governo, devido a um entendimento entre Ávila e Sá da Bandeira.
  • 26.06.1871
    Proibição das Conferências Democráticas decretada por António José de Ávila, marquês de Ávila e Bolama, presidente do conselho na altura.
  • 13.09.1871
    Cessa funções como chefe do governo António José de Ávila, duque de Ávila (2º mandato)
  • 12.10.1872
    Começo do julgamento do marquês de Angeja pela Câmara dos Pares, presidida pelo marquês de Ávila e Bolama.
  • 05.03.1877
    António José de Ávila, marquês de Ávila e Bolama, e presidente da câmara dos pares assume a presidência do governo em vez de Fontes Pereira de Melo, oficialmente doente e, interinamente, a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros. O governo irá manter-se até 29 de Janeiro de 1878, sendo conhecido como o «mientras vuelve» já que em Espanha se noticiou que este governo se manteria em funções até que regressasse Fontes.
  • 06.03.1877
    Cessa funções como chefe do governo António de Fontes Pereira de Melo, assumindo essas funções, pela terceira vez, António José de Ávila, duque de Ávila.
  • 27.12.1877
    O partido progressista decide, em Assembleia Geral, apoiar incondicionalmente o governo de Ávila.
  • 26.01.1878
    Cessa funções como chefe do governo António José de Ávila, duque de Ávila (3º mandato)
  • 18.03.1878
    António José de Ávila, marquês de Ávila e Bolama é elevado a duque.
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