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Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º marquês de Sá da Bandeira
GEPB-vol. 26-pg. 573
Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, 1º marquês de Sá da Bandeira
Pais
Filhos
Filhos de Joséphine Letol
Notas Biográficas
  • 1º barão
  • 1º visconde
  • 1º marquês de Sá da Bandeira
Títulos, Morgados e Senhorios
Cargos e Profissões
Ordens
Cronologia
  • 10.12.1820
    Bernardo de Sá Nogueira, é encarcerado no castelo de S. Jorge.
  • 11.11.1824
    Sá Nogueira, chegado do Rio de Janeiro, avista-se com D. Pedro.
  • 14.12.1829
    Nomeação de Sá Nogueira para ajudante às ordens do conde de Vila Flor.
  • 08.10.1832
    Sá Nogueira é condecorado com a Ordem da Torre e Espada.
  • 11.11.1832
    Sá Nogueira é nomeado Ministro da Marinha do governo liberal.
  • 17.12.1832
    Bernardo de Sá Nogueira sai do Porto para Vigo onde procurará dialogar com o almirante Sartorius, cujas relações com D. Pedro se haviam degradado.
  • 22.12.1832
    Da sua comissão a Vigo, para negociar com o almirante da esquadra liberal Sartorius, regressa ao Porto Bernardo de Sá Nogueira.
  • 31.12.1832
    Sá Nogueira, com uma força de 1.200 homens, ocupa a Foz do Douro e estabelece uma bateria no Monte da Senhora da Luz.
  • 23.03.1834
    As forças comandadas pelo almirante Napier tomam Caminha no mesmo dia em que Sá da Bandeira entra em Beja.
  • 10.09.1836
    Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, visconde de Sá da Bandeira, assume interinamente a S. E. N. E.
  • 11.09.1836
    O governo do duque da Terceira demite-se, e a Rainha jura a Constituição de 1822, nos Paços do Concelho de Lisboa. O novo governo será presidido pelo conde de Lumiares, e dirigido politicamente por Manuel da Silva Passos e Sá da Bandeira.
  • 02.11.1836
    Começo da Belenzada. Sá da Bandeira e Passos Manuel são chamados ao Paço pela Rainha, aceitando a demissão do governo em que participavam. A atitude da Rainha foi apoiada por Leopoldo I, rei dos Belgas, que segundo parece pretendia ser indemnizado com a entrega de uma colónia portuguesa, contando com o apoio da diplomacia francesa e de uma força naval britânica surta no Tejo.
  • 04.11.1836
    Soldados ingleses desembarcam em Lisboa, e a Guarda Nacional, concentrada em Campo de Ourique, dirige-se para Belém, mas é parada em Alcântara por Manuel da Silva Passos. Sá da Bandeira consegue a demissão de Valença, sendo nomeado presidente do novo governo.
  • 05.11.1836
    Os soldados ingleses reembarcam, Sá da Bandeira é empossado na presidência do novo governo, terminando a tentativa de golpe de estado.
  • 24.02.1837
    Leitura do relatório do visconde de Sá da Bandeira às Cortes, sobre a acção diplomática do Governo.
  • 01.06.1837
    Queda do governo formado unicamente por Sá da Bandeira e Passos Manuel, que acumulavam as seis pastas. O novo governo será presidido por António Dias de Oliveira.
  • 14.10.1837
    Sá da Bandeira, regressado a Lisboa, pretendendo a criação de um Senado com membros vitalícios de nomeação régia, ao contrário do modelo electivo aprovado pelas Cortes, ameaçou não assumir a chefia do governo. A solução de compromisso encontrada foi o permitir a modificação do modelo por meio da legislação ordinária.
  • 09.11.1837
    Remodelação governamental. O general Bonfim assumiu a pasta da Guerra e Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, visconde de Sã da Bandeira, assume a S. E. N. E.
  • 07.03.1838
    António Bernardo da Costa Cabral é nomeado administrador-geral do distrito de Lisboa, pelo ministério de Sá da Bandeira, substituindo o demitido Soares Caldeira, que tinha dirigido a revolta de 4 de Março.
  • 09.03.1838
    Nova revolta do Arsenal. Dois batalhões da Guarda Nacional juntaram-se ao batalhão dos artífices do Arsenal da marinha, e exigiram a nomeação de um governo radical, um ministério puro. Sá da Bandeira demitiu o capitão-tenente Ricardo José Rodrigues França dos lugares de inspector do Arsenal e de comandante do batalhão dos artífices. O ministério é recomposto sendo formado por Sá da Bandeira e Tojal, que acumulavam todas as pastas.
  • 27.02.1840
    São atribuídos poderes constituintes ao novo Parlamento, visando alterar o carácter electivo do Senado, para se transformar numa câmara de nomeação régia, conforme o acordado em Outubro de 1837 com Sá da Bandeira.
  • 30.03.1842
    Manifesto da Coligação das oposições, setembrista, miguelista e cartista dissidente. Da comissão central faziam parte Sá da Bandeira, Almeida Garrett, Oliveira Marreca e José Estêvão entre outros.
  • 19.07.1846
    Recomposição governamental, com entrada de Sá da Bandeira e Joaquim António de Aguiar para o ministério.
  • 16.11.1846
    Acção de Valpaços, em que as forças governamentais do conde de Casal venceram as de Sá da Bandeira, comandante das forças da Junta.
  • 20.11.1846
    O que resta das forças de Sá da Bandeira, de regresso ao Porto, são atacadas pelas forças miguelistas de MacDonell.
  • 26.03.1847
    Embarque e partida da expedição comandada por Sá da Bandeira, por mar, do Porto para Lagos, e marcha subsequente em direcção a Lisboa.
  • 01.04.1847
    A expedição de Sá da Bandeira desembarca em Lagos, no Algarve.
  • 16.04.1847
    Sá da Bandeira chega a Setúbal onde se reúne às forças do conde de Melo.
  • 30.04.1847
    O coronel Wylde, enviado pessoal da rainha Vitória a Portugal, desloca-se a Setúbal e consegue estabelecer um armistício entre as forças de Vinhais e de Sá da Bandeira.
  • 01.05.1847
    Acção do Alto do Viso. Sá da Bandeira confronta-se com as forças do conde de Vinhais, perdendo cerca de 500 homens, assinando um armistício.
  • 15.06.1847
    Sá da Bandeira entrega-se aos aliados em Setúbal. A Patuleia desaparece a Sul do Tejo.
  • 23.09.1851
    O Conselho Ultramarino é restaurado, em moldes diferentes do existente no regime absoluto, por Fontes Pereira de Melo. Sá da Bandeira, proponente da restauração do Conselho durante o Setembrismo, e Almeida Garrett contribuíram para a decisão.
  • 06.06.1856
    O duque de Loulé, tio do rei D. Pedro V, assume a presidência do governo formando um ministério com Sá da Bandeira nas pastas da Marinha e Colónias e nas Obras Públicas, José Jorge Loureiro na Guerra e na Fazenda, Silva Sanches, no Reino e Cunha Pessoa na Justiça.
  • 23.01.1857
    Sá da Bandeira acumula a secretaria da Guerra, substituindo José Jorge Loureiro, com a da Marinha e Colónias, tendo deixado a pasta das Obras Públicas em Junho de 1856.
  • 21.02.1862
    O duque de Loulé formou novo governo, depois de o anterior se ter demitido devido aos tumultos de Dezembro. António José de Ávila não faz parte do novo governo. Sá da Bandeira mantêm-se na Guerra, a Marinha é entregue a Mendes Leal, Lobo de Ávila, futuro conde de Valbom, ocupa as Obras Públicas. Anselmo José Braamcamp substituiu Loulé no ministério do Reino, o que provocará a intensificação das medidas contra as congregações religiosas.
  • 12.09.1862
    Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, visconde de Sá da Bandeira, assume interinamente a Secertaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 21.12.1863
    Nova organização do Exército, conhecida pela organização do marquês de Sá da Bandeira.
  • 09.04.1865
    Cessa funções como chefe do governo Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto (2º mandato), substituindo-o no cargo Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá de Bandeira.
  • 17.04.1865
    Formação de um ministério presidido por Sá da Bandeira, que se manterá em funções até Setembro.
  • 09.07.1865
    Uma união de históricos e regeneradores, que se apresentam como progressistas vence as eleições, por pequena margem. Sá da Bandeira apresenta a demissão, sendo contrário à fusão, mas achando que o governo deva ser «apoiado por uma maioria suficiente».
  • 01.09.1865
    Cessa funções como chefe do governo Bernardo de Sá-Nogueira, marquês de Sá de Bandeira.
  • 14.07.1868
    Assume a chefia do governo Bernardo de Sá-Nogueira, marquês de Sá de Bandeira, substituindo no cargo António José de Ávila, duque de Ávila
  • 22.07.1868
    Governo de Sá da Bandeira. O primeiro governo do Partido Reformista, que se propõe fazer reformas e economias. Latino Coelho (na imagem) é nomeado secretário de estado da Marinha e Ultramar.
  • 18.11.1868
    Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, marquês de Sá da Bandeira, assume interinamente a S.E.N.E.
  • 17.12.1868
    Remodelação Ministerial: Sá da Bandeira substitui Carlos Bento da Silva na Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Calheiros e Menezes entra para a Fazenda.
  • 27.12.1868
    Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá da Bandeira, assume interinamente a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros.
  • 22.01.1869
    Sá da Bandeira apresenta-se às Câmaras, anunciando a recondução do governo.
  • 10.08.1869
    Assume pela terceira vez a chefia do governo Nuno José de Mendoça Rolim de Moura Barreto, substituindo no cargo o marquês de Sá de Bandeira.
  • 27.07.1870
    Sá da Bandeira pede ao rei para acabar com a ditadura, na inauguração de um centro eleitoral histórico reformista.
  • 29.08.1870
    O governo pede a demissão, sendo substituído por um ministério formado por Sá da Bandeira. O governo tem como principal função a realização de eleições. Saldanha é nomeado embaixador em Londres onde morrerá em 1876.
  • 30.08.1870
    Assume pela 3ª vez a chefia do governo Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá de Bandeira, substituindo no cargo o duque de Saldanha
  • 29.10.1870
    Assume a chefia do governo pela segunda vez António José de Ávila, duque de Ávila, substituindo no cargo Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá de Bandeira.
  • 10.02.1871
    O Partido Histórico decide continuar a apoiar o governo, devido a um entendimento entre Ávila e Sá da Bandeira.
  • 04.05.1885
    Elias Garcia, deputado republicano, declara, na Câmara dos Deputados, que se preza de pertencer ao partido liberal de Fernandes Tomás, Passos Manuel e Sá da Bandeira.
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