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Inácio da Costa Quintela
Notas Biográficas
  • Formou-se na Academia de Marinha, onde terminou o curso em 1791. Ingressou na Marinha logo após a sua formação e subiu rapidamente de posto até que, seis anos depois, já comandava uma fragata, sob as ordens do marquês de Nisa, no Mediterrâneo.
  • Foi também poeta, tendo convivido com alguns dos mais conhecidos autores da época.
  • Distinguiu-se numa batalha contra uma fragata francesa, em 15 de Maio de 1801, onde demonstrou coragem que lhe valeu as simpatias dos seus contemporâneos. Ter-se-ia apenas rendido apenas quando já não podia de forma alguma ripostar (como estava consignado nas leis da marinha) quando, à partida, não tinha qualquer hipótese contra o seu inimigo, de arsenal bastante superior, o que lhe poderia ter valido a morte.
  • Comandou a nau "Afonso" na esquadra de levou a família real para o Brasil em Novembro de 1807.
  • Tornou-se vice-almirante 20 anos depois de ter entrado no serviço militar. Serviu de almirante-general às ordens do infante D Carlos.
  • Já major-general, a 24 de Fevereiro de 1821 é designado ministro do reino (correspondente a primeiro-ministro).
  • Com o regresso de D. João VI, do Brasil, torna-se ministro da marinha até à Vilafrancada.
  • Após o juramento da Carta Constitucional, em 31 de Julho de 1826, foi nomeado de novo ministro da marinha. Em Dezembro do mesmo ano, ao não identificar-se com o novo governo, deixa de vez os cargos públicos.
  • No final da sua vida, dedicou-se à escrita dos "Anais da Marinha Portuguesa" (obra publicada postumamente pela Academia Real de Ciências em 1830 e 1840, ainda que incompleta). Terá feito uma tradução em verso da Eneida de Virgílio e, supostamente, algumas versões de Odes de Horácio, publicadas nos Anais da Ciência das Artes e das Letras.
Cargos e Profissões
Correcções / Actualizações