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D. Sebastião, rei de Portugal
HGCRP-Tomo III-pg. 345
D. Sebastião, rei de Portugal
* Lisboa, Lisboa, Paço da Ribeira 20.01.1554 + Alcácer Quibir 04.08.1578
Pais
Títulos, Morgados e Senhorios
Cronologia
  • 09.10.1555
    D. Fernão Martins Mascarenhas despede-se d' el-rei D. Sebastião e parte para o Concílio de Trento.
  • 30.12.1560
    Carta credencial de D. Sebastião, acreditando Manuel de Araújo na corte de Inglaterra.
  • 28.09.1561
    Procuração de D. Sebastião para que D. Fernão Martins Mascarenhas o representasse no Concílio de Trento.
  • 26.09.1564
    Carta credencial de D. Sebastião em favor de Aires Cardoso para tratar em Londres da questão dos navios ingleses que aportavam nas possessões portuguesas de África.
  • 28.02.1569
    Em Almeirim, assina-se uma convenção entre D. Sebastião e Filipe II de Espanha para a recíproca entrega de criminosos.
  • 22.12.1571
    Carta de instruções de D. Sebastião para o seu embaixador em Inglaterra, Francisco Giraldes, sobre a celebração de um tratado de amizade.
  • 29.10.1576
    Em Reading, é assinado um Tratado de Paz, por três anos, entre D. Sebastião e Isabel I de Inglaterra.
  • 22.12.1576
    Em Guadalupe, D. Sebastião encontra-se com Filipe II, rei de Espanha.
  • 28.08.1577
    João Gomes da Silva, embaixador em Roma, é mandado por D. Sebastião para indagar junto do grão-duque da Toscana se estaria disposto a dar-lhe em casamento a filha primogénita com um vultuoso dote.
  • 07.04.1578
    Filipe II envia a D. Sebastião a embaixada do duque de Medinaceli para dissuadir o soberano português dos seus projectos africanos.
  • 04.08.1578
    Em 1576 o sultão Mulei Mohamed Almutauaquil, tinha sido destronado por seu irmão Mulei Abde Amelique ("Maluco"). Decidido a intervir em Marrocos, D. Sebastião ofereceu-se para reconquistar o trono para o primeiro, pretendendo aproveitar-se das divisões internas que dilaceravam aquela região. Reocupou Arzila (que os portugueses tinham abandonado em 1550) e, desembarcou com um exército no Norte de África. Confrontou-se em Alcácer Quibir com Mulei Abde Amelique, cujo exército venceu a batalha graças à superioridade numérica e à acção da sua cavalaria. Nessa batalha, além do desaparecimento de D. Sebastião, o seu aliado, sultão Mulei Mohamede Almutauaquil, morreu afogado na ribeira de Mocazim, e morreu o chefe do exército vencedor Mulei Abde Amelique, que foi imediatamente substituído por um outro seu irmão, Mulei Ahmede, cognominado de "Almansor" (" o vencedor). Morreu também parte da nobreza portuguesa, além de terem ficado inúmeros cativos.
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