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Hispânia
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| Mensagens neste tópico | Autor | |
| josemariaferreira | 06-03-2012, 19:22 | |
| josemariaferreira | 06-03-2012, 20:06 | |
| josemariaferreira | 06-03-2012, 21:50 | |
| josemariaferreira | 06-03-2012, 23:46 | |
| josemariaferreira | 07-03-2012, 08:28 | |
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| josemariaferreira | 07-03-2012, 16:04 | |
| josemariaferreira | 10-04-2012, 23:52 | |
| josemariaferreira | 17-05-2012, 17:02 | |
| josemariaferreira | 18-05-2012, 11:52 | |
| S.João de Rei | 18-05-2012, 11:53 | |
| josemariaferreira | 18-05-2012, 12:56 | |
| S.João de Rei | 18-05-2012, 13:50 | |
| josemariaferreira | 18-05-2012, 23:20 | |
| josemariaferreira | 28-08-2012, 22:48 | |
| josemariaferreira | 15-08-2012, 20:46 | |
| josemariaferreira | 11-08-2012, 11:32 | |
| josemariaferreira | 10-08-2012, 12:19 | |
| josemariaferreira | 23-05-2012, 21:23 | |
RE: São Brandão » |
josemariaferreira | 22-05-2012, 13:49 |
| Hirão | 19-05-2012, 07:25 | |
| josemariaferreira | 03-04-2013, 23:02 |
| RE: São Brandão | 22-05-2012, 13:49 |
| Autor: josemariaferreira [responder para o fórum]
Caro Hirão Sobre São Brandão já falei algures!!! Mas a missão de São Brandão só ficou completa com a missão templária iniciada pelo Infante D. Henrique e levada a cabo por Cristóvão Colombo!!! A Missão secreta e Templária do Infante D. Fernando na aproximação dos Reinos de Aragão e Portugal, para a colonização e evangelização do Novo Mundo!!! A 9 de Novembro de 1455, D. Afonso V de Aragão, tio do Infante D. Fernando de Portugal, Grão Mestre da Ordem de Cristo, Duque de Viseu e Beja e Senhor de Serpa, Moura e Mourão, escreveu uma carta de apresentação e recomendação ao seu muito amado sobrinho, do seu emissário Monsenhor (Mosén) Vasco Gouveia, a quem pede que o oiça nos assuntos que de sua parte lhe expuser!!! O Infante D. Fernando de Portugal, Duque de Viseu e Beja queria casar o seu primo Carlos de Viana, (filho de D. João II Aragão ) herdeiro do Reino de Aragão com a sua irmã Infanta D. Catarina de Portugal, enquanto que D. João II, Rei de Aragão queria casar o príncipe seu filho com Isabel de Castela, como não conseguiu mais tarde acabou por casar o seu filho Fernando ( O Católico) com ela!!! Portanto D. João II de Aragão era pela aliança de Aragão com Castela, o Príncipe seu filho não aprovando a intenção de seu pai foi escorraçado da Corte e refugiou-se na corte de D. Afonso V, Rei de Nápoles, que era seu tio e simultaneamente do Infante D. Fernando Duque de Viseu e Beja!!! Portanto O Príncipe Carlos de Viena estava pela aliança de Aragão com Portugal queria casar com a Infanta D. Catarina de Portugal, filha do Rei D. Duarte de D. Leonor de Aragão, e tinha o apoio não só do rei de Portugal como da Sicília e Nápoles!!! O infante D. Fernando de Portugal jogava forte, para assumir no futuro o controlo do reino de Aragão de onde tinha direitos sucessórios através de sua mãe, e poderia também ele herdar o trono de Afonso V de Nápoles e Sicília, uma vez que o seu tio não tinha filhos herdeiros ao trono!!! Foi este o motivo principal que fez o Infante D. Fernando não estar presente na embaixada de sua irmã D. Leonor quando esta casou em 1451 com o Imperador da Alemanha, a missão foi entregue por este motivo ao conde de Ourém já então titulado de Marquês de Valença, para que o Infante D. Fernando pudesse estar perto de seu tio D. Afonso V de Aragão, rei da Sicília e Nápoles, pelo qual tinha sido tratado e ajustado o casamento de sua sobrinha com o Imperador da Alemanha!!! Contudo quando D. Afonso V de Aragão faleceu a 27 de Junho de 1458, sucedeu-lhe o seu irmão (depois D. João II de Aragão) no trono, argumentando que a sucessão era feita por direito de sangue e de recta e legitima linha sucessória, nos termos do testamento do Rei D. Fernando de Aragão, aquele mesmo rei que deu nome ao Infante D. Fernando de Portugal e a D. Fernando Colombo!!! O Infante D. Fernando morre em 1470, mas a política de casamentos continuou e é assim que o seu filho D. Diogo que lhe sucedeu no Ducado, “casou” na Casa Real de Aragão com uma “irmã” do também já falecido príncipe Carlos!!! Foi deste casamento templário que nasceu Afonso, um filho de D. Diogo que D. João II de Portugal veio a esconder mais tarde da opinião pública mundial e com sucesso, pois só mais tarde no reinado de D. Manuel ele surgiu logo pouco depois com Condestável de Portugal, isto é o supremo comandante das forças armadas do Reino de Portugal!!! Grande salto do anonimato para comandante supremo das forças Armadas do Reino de Portugal e dos Algarves!!! D. Diogo, Grão mestre da Ordem de Cristo, Duque de Viseu e Beja continuou assim a obra deixada pelo seu pai na Casa Real de Aragão, Reino de que fora natural a sua avó D. Leonor de Aragão e as naus de D. Diogo, no porto de Barcelona, tal como as do seu pai Infante D. Fernando continuavam a confundir-se com as do Rei de Aragão, ou melhor com as de São Brandão!!! Saudações fraternas Zé Maria P.S. Deixo-vos com a WIKIPÉDIA: Dominado por sua segunda esposa Juana Enríquez, maltratou os filhos de Branca I de Navarra. Quando em 1452 nasceu seu filho Ferran (depois Fernando II), Joana passou a pressionar o rei para deserdar o primogênito, príncipe Carlos de Viana, filho de Branca, e nomear seu filho como sucessor. A oposição a este rei se deve a seus pleitos com o filho Carlos de Viana que, despojado do reino, se refugiou na corte de seu tio Afonso IV em Nápoles, o qual o nomeara, em seu testamento, sucessor de João. Morto o rei Afonso, Carlos refugiou-se em Maiorca. João II desejava casá-lo com Isabel de Castela, mas o desembarque de Carlos em Barcelona, entusiasticamente recebido, fez com que o pai o mandasse prender em 1460. Foi tal a indignação na Catalunha que a Generalitat, dado que o rei não cumprira as leis, exigiu do rei a nomeação de Carlos de Viana como herdeiro. A Generalitat se enfrentou militarmente ao rei, que capitulou em fevereiro de 1461, deixando o filho em liberdade e assinando seu reconhecimento em 21 de junho de 1461. Em 23 de setembro de 1461, porém, o príncipe Carlos de Viana morreu de um "mal de costado" (nome dado à pleurisia). Os catalães, indignados, ofereceram a coroa ao rei francês Luís XI, que a recusou. Em 1462 aconteceu a revolta dos remençes ou agricultores em terras de propriedade alheia. A Generalitat enfrentou a revolta e o rei se posicionou contra a Generalitat, solicitando ajuda ao rei francês mediante pagamento de 200.000 escudos e a cessão dos direitos reais sobre o Rossilhão e a Cerdaña. As tropas francesas invadiram, tendo início uma guerra civil entre o rei e a Generalitat. A Generalitatofereceu a coroa ao rei de Castela Henrique IV, que a conservou um ano (1462-1463). As cortes catalãs elegeram então rei de Aragão D. Pedro de Portugal, Condestável de Portugal, filho do regente, infante D. Pedro e neto do Conde de Urgel, que partencia à família real aragonesa por sua mãe Dona Isabel de Aragão, filha de Don Jaume ou Jaime II, Conde de Urgel, pretendente ao trono. Pedro de Portigal tomou posse do condado em 21 de janeiro de 1464 mas morreu em Granollers em 29 de junho de 1466 de modo suspeito, antes de ter consolidado a sua posição. A comitiva fúnebre que transportou o corpo para Barcelona era presidida por Mossen Francesc Colom. Pedro de Portugal era escritor de mérito, a quem se atribui a autoria de muitas obras. A coroa foi a seguir oferecida a Reiner, René ou Renato de Anjou, antigo pretendente à coroa de Nápoles, irmão de Luís de Anjou, um dos que disputaram a sucessão de Don Martín. Embora cego e com 70 anos, René aceitou e mandou a Barcelona seu filho João, Duque de Lorena, tomar posse em seu nome como lugar-tenente geral do principado o que foi realizado em 31 de agosto de 1467. Em dezembro de 1469 João morreu em Barcelona. O rei Renato infringiu derrotas ao rei João II e a seu filho Ferran ou Fernando (futuroFernando II) mas morreu, por sua vez, em 1480. Em dez anos a coroa da Catalunha-Aragão tinha passado por quatro reis! Na guerra entre o rei João II e a Generalitat em 28 de fevereiro de 1465, em Gelida, na vitória real, foi aprisionado Rodrigo de Bobadilla, que combatia pelo rei, e que mais tarde tanto teria a ver com Colom (os Colom lutavam pela Generalitat). Os catalães recusaram reconhecer João II até 22 de dezembro de 1472, dia em que fez sua entrada solene em Barcelona, onde jurou e confirmou solenemente os foros da Catalunha. A paz fora acordada em 16 de outubro de 1472. Jurando as Constituciones, aprovava-se a atuação da Generalitat. O Rossilhão e os territórios cedidos à França, porem, só seriam recuperados em 1493. |
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