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Mensagens neste tópico Autor
dan 13-09-2010, 16:02
RE: Certidões civis deliberadamente "erradas"? »
TyVi 13-09-2010, 18:27
dan 13-09-2010, 19:06
TyVi 13-09-2010, 19:50

RE: Certidões civis deliberadamente "erradas"? 13-09-2010, 18:27
Autor: TyVi      [responder para o fórum]
Boa noite Sr. Daniel,

Acompanho com muito interesse a sequencia das perguntas que o Sr. coloca neste forum. Tenho aprendido muito.
Quanto ao tópico específico no momento, erros em certidão de óbito, em tenho observado que acontece, talvez nem sempre deliberadamente, mas por descuidado. Não sendo nato no vernáculo lusitano, tampouco no auri-verde, eu entendo que o Sr. usa a palavra "deliberadamente" como sinônimo de "proposital". Estou certo ou errado? Bom, assumindo que minha interpretação é correta, a minha modesta opinião é de que erros em certidões civis são causados mais por desleixo, descuidado, ignorância intelectual, etc., ou seja, mais acidental do que proposital. Isto porque eu fiquei sabendo que existem pessoas em hospital, clínica, etc, cuja função é ser o "declarante". Existem circunstâncias nas quais o declarante não é parente, amigo ou conhecido do falecido. O corpo chegou, a fila está aumentando, o stress é intenso e chegou a hora de enviar o dito cujo para sua viagem eterna. Talvez alguns dias depois chega alguem, algum familiar, e a "papelada" (assento) já está pronta. Como treinamento, eu já consegui localizar assentos de óbitos nos quais um ou outro declarante não era conhecido da família. Uma senhora faleceu em um ônibus no Rio de Janeiro, tinha algum documento em sua bolsa, o corpo foi levado para um hospital e lá o declarante "plantão" do dia fez o assento, o qual mais tarde foi usado como referência para fazer a certidão de óbito, e o assento continha erros.
Entendo que o caso específico apresentado trata-se de acontecimento ocorrido a mais de 100 anos. Mas eu já vi erros em certidão de óbito do início dos anos 1900, da década de 30 e da tal senhora do exemplo acima que faleceu, creio eu, em 1993.
Acredito, porém, que certamente há casos onde herança ou outros aspectos mais atrativos, quiçá um ou outro fato mundano, despertam o lado "pecaminoso" dos seres humanos, ou seja, a intensão proposital.
Perdoe-me se interpretei errado a questão apresentada pelo Sr., e se assim o for tome minhas palavras como fúteis desvaneios.
Estarei sempre aprendendo.
Cordialmente,
/TyVi
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