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Família Freire da aldeia do Bravo (Pedrógão Pequeno, Sertã) » |
FIGUEIRA | 08-08-2010, 13:39 |
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| Família Freire da aldeia do Bravo (Pedrógão Pequeno, Sertã) | 08-08-2010, 13:39 |
| Autor: FIGUEIRA [responder para o fórum]
Bom dia! Sou sétimo-neto de Maria Martins Freire, a última na minha família a usar o apelido Freire, sendo que ela apenas aparece com o apelido Freire na habilitação "de genere" do seu filho o Padre Manuel Lopes Gil, o qual foi pároco na igreja matriz de Santo André de Poiares. De resto aparece sempre só com o nome Maria Martins. Maria Martins Freire nasceu na aldeia da Madeirã, talvez no final do primeiro quartel do século XVIII, na altura freguesia e concelho de Álvaro, hoje freguesia da Madeirã, concelho de Oleiros. Casou com Rafael Lopes Gil, natural da aldeia dos Padrões, na freguesia e concelho de Alvares, hoje freguesia da Portela do Fojo, concelho da Pampilhosa da Serra, o qual era foreiro do Prazo da Casa do Fundo da Rua, cujo senhorio era do Colégio da Sapiência de Coimbra. Descendo de seu filho Rafael Lopes Gil, que ficou foreiro do prazo, que casou com Joana Maria Barata, da família Barata de Mendonça, dos Mendonças e Curados da vila de Álvaro e dos Henriques Baratas da Chã de Alvares. Com geração nas famílias Dias Barata Salgueiro, dos Padrões, Dias Tavares Barata Figueira, dos Padrões, etc. Maria Martins Freire era filha de Pedro Freire, natural da aldeia do Bravo, na freguesia e concelho do Pedrógão Pequeno - na altura esta vila era conhecida como Pedrógão do Priorado ou Pedrógão do Crato - hoje concelho da Sertã, e de sua mulher Isabel Martins, natural da Madeirã. Pedro Freire foi baptizado pelo Vigário Manuel Freire na igreja paroquial de São João Baptista da vila do Pedrógão Pequeno aos 05-VII-1695, filho de Miguel Freire [o vigário escreve Miguel Fernandes, mas depois risca o Fernandes e escreve Freire acima da linha] e de sua mulher Domingas (Nunes?), moradores na adleia do Bravo, na freguesia do Pedrógão Pequeno. Foram padrinhos Marcelo de Queirós Siqueira e Maria Freire, mulher de André Leitão de Figueiredo, todos da vila do Pedrógão Pequeno. À margem existe um averbamento ilegível (pelo menos para mim) assinado pelo Padre Simão André Camelo. Eis que que já consegui averiguar através do livro do Cândido Teixeira. O Padre Simão André Camelo foi vigário da igreja paroquial de São João Baptista do Pedrógão Pequeno de 29-II-1708 até 27-VIII-1731 (Vol. II, pág. 200). A sua genealogia vem na pág. 1017 do Vol. I ligando-o aos padrinhos, a qual aqui coloco até aos bisavós (Cândido Teixeira desenvolve mais): 1. Simão André Camelo. 2. Jacinto Duarte (casou pela primeira vez com Maria de Figueiredo, filha de Domingos de Figueiredo e de sua mulher Catarina de França, e tiveram Manuel Vaz de Figueiredo e Maria de Figueiredo), casou pela segunda vez com 3. Luísa Arnaut Freire (foram pais também de Bernardo Arnaut de Azevedo, Ana Lucas de Queirós, Luísa Arnaut Freire e Catarina de Queirós). 4. Simão Duarte, casou na vila do Pedrógão Pequeno com 5. Maria Antão. 6. Miguel Arnaut, viveu no Pedrógão Grande e casou com 7. Catarina Lucas de Queirós 8. N 9. N 10. Pedro Vaz Camelo, sucessor de seu pai na capela da Longra, casou com 11. Leonor Antão. 12. Manuel Freire, morador na vila do Pedrógão Pequeno, casou com 13. Maria Arnaut. 14. Domingos Marques, possuidor da capela que instituiu seu tio o Padre Marcos Lourenço, casou no Padrógão Pequeno com 15. Maria de Queirós O Padre Manuel Freire foi vigário da igreja paroquial de São João Baptista do Pedrógão Pequeno de 22-X-1687 até 06-VIII-1702 (Vol. II, pág. 200). Desconheço a sua genealogia. A marido da madrinha tem a sua genealogia traçada a partir das págs. 25, 45/46 e 575 do Vol. I do Cândido Teixeira, a qual coloco aqui até aos bisavós (Cândido Teixeira desenvolve mais): 1. André Leitão de Figueiredo, nasceu na Quintã aos 17-V-1648 viveu no Padrógão Pequeno onde casou com Maria Freire. 2. Miguel Aires de Figueiredo, natural da Quintã, onde viveu, casou em Cernache do Bonjardim aos 14-XII-1627 com 3. Maria Leitão, natural da Quintã, irmã do Padre André Leitão, beneficiado em Proença-a-Nova. 4. Francisco Luís Leitão, natural da Quintã, casou com 5. Maria Aires de Figueiredo, natural da Quintã, foi baptizada em Cernache do Bonjardim aos 21-III-1576. 6. António Dias, da Quintã, casado com 7. Isabel Rodrigues, da Quintã. 8. Lopo Luís, da Quintã, casado com 9. Desidéria Dias Leitão, de Cernanche do Bonjardim. 10. Aires Anes de Figueiredo, do Outeiro do Pampilhal, casou antes de 10-III-1560 com 11. Catarina Martins, da Quintã. 12. N 13. N 14. N 15. N A madrinha chamava-se Maria Freire Jorge de Abreu, e pouco nos conta Cândido Teixeira da sua genealogia, em cujo livro aparece apenas pelo casamento com André Leitão de Figueiredo: 1. Maria Freire Jorge de Abreu, viveu no Pedrógão Pequeno 2. António Freire Jorge, natural do Figueró dos Vinhos, casado com 3. Isabel João de Sousa. 4. N 5. N 6. Baltasar João, casado com 7. Domingas Gaspar, moradores no Casal dos Bufos, na freguesia do Pedrógão Pequeno. O padrinho Marcelo de Queirós de Sequeira, também ligado por laços familiares ao marido da madrinha e ao Padre Simão Camelo, cuja genealogia vem traçada no Cândido Teixeira na pág. 893 do I Vol. (que coloco aqui até aos bisavós), sabemos que era tabelião da vila do Pedrógão Pequeno em 1692 (pág. 200 do Vol. II), cujo cargo herdou dos Queiróses: 1. Marcelo de Queirós de Sequeira, tabelião do cocnelho do Pedrógão Pequeno em 1692, nasceu na vila do Pedrógão Pequeno e faleceu aos 27-IV-1723. Foi casado com Maria Baía, filha de Domingos Simões e de Briolanja Baía, que foi irmã de Gaspar Baía, vigário do Pedrógão Grande e comissário do Santo Ofício. Com geração nas famílias Leitão Correia, do Pedrógão Pequeno, etc. 2. Domingos Rodrigues, natural do Carvalhal, freguesia do Pedrógão Pequeno, casado com 3. Petronila de Queirós, do Pedrógão Pequeno. 4. Manuel Cristóvão, casado com 5. Leonor Rodrigues, moradores no Carvalhal, na freguesia do Pedrógão Pequeno. 6. Belchior Antunes de Queirós, natural do Pedrógão Pequeno, casou em Álvaro com 7. Joana da Vide, da vila de Álvaro. 8. N 9. N 10. N 11. N 12. António de Queirós, viveu no Pedrógão Pequeno, onde foi tabelião das notas e do judicial. Seus descendentes dizem que foi cavaleiro-fidalgo da Casa do Senhor Dom António e que por seguir a sua parcialidade tivera desgostos com Dom Filipe II, o Prudente, por cuja causa estivera dois anos em Madrid. Casou quatro vezes (a primeira em Miranda do Corvo com N com geração, a segunda no Pedrógão Grande com Catarina Lucas com geração e a quarta na Pampilhosa da Serra com Maria Leitão com geração), a terceira vez com 13. Luzia Antunes, do Pedrógão Pequeno. 14. Manuel Pessegueiro, consta a sua filiação duma carta de venda que fez na nota de Inocente Antunes, no Pedrógão Grande em 1576. Viveu na vila de Álvaro onde foi escrivão dos órfãos, e no mesmo juízo fez o seu inventário aos 14-XII-1618. Casou com 15. Maria de Sequeira. Ora, no meio de tanta informação, só não consigo descortinar a ascendência do meu oitavo-avô Pedro Freire, que pelo apelido será certamente parente dos padrinhos. Poderá alguém aqui no Fórum ajudar-me? Obrigado, Cumprimentos, Nuno Figueira |
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