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| Mensagens neste tópico | Autor | |
| david souto | 04-11-2004, 19:57 | |
| Samuel de Castro | 04-11-2004, 22:08 | |
| david souto | 05-11-2004, 12:01 | |
| Samuel de Castro | 06-11-2004, 22:31 | |
| PCesar | 08-10-2008, 18:04 | |
SOUTO |
FGJ | 05-11-2004, 00:53 |
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| FGJ | 05-11-2004, 16:35 | |
| david souto | 05-11-2004, 17:00 | |
SOUTO |
FGJ | 05-11-2004, 18:48 |
| Vasco Jácome | 05-11-2004, 22:03 | |
| paconeto | 01-02-2008, 22:20 | |
| cctm | 05-05-2008, 14:07 | |
| Grumbach | 19-06-2008, 01:00 | |
| paconeto | 20-06-2008, 22:27 | |
| Grumbach | 22-06-2008, 21:45 | |
RE: Genealogia da Família Souto » |
paconeto | 25-06-2008, 04:18 |
| Lucis | 14-05-2012, 01:45 | |
| paconeto | 26-06-2008, 02:57 | |
| FGJ | 26-06-2008, 02:56 | |
| paconeto | 26-06-2008, 03:27 | |
| paconeto | 26-06-2008, 04:25 | |
| FGJ | 26-06-2008, 22:30 | |
| paconeto | 28-06-2008, 04:12 | |
| FGJ | 28-06-2008, 15:18 | |
| paconeto | 29-06-2008, 02:25 | |
| FGJ | 29-06-2008, 18:24 | |
| paconeto | 06-07-2008, 13:43 | |
| FGJ | 05-07-2008, 15:30 | |
| paconeto | 05-07-2008, 14:11 | |
| paconeto | 26-06-2008, 14:17 | |
| DalBuys | 09-04-2009, 15:03 | |
| Peña Rey | 02-01-2011, 17:08 | |
| FGJ | 08-07-2008, 00:56 | |
| paconeto | 08-07-2008, 19:33 | |
| FGJ | 08-07-2008, 20:43 | |
| paconeto | 08-07-2008, 23:49 | |
| FGJ | 09-07-2008, 01:47 | |
| paconeto | 09-07-2008, 04:07 | |
| FGJ | 09-07-2008, 13:57 | |
| paconeto | 15-07-2008, 20:03 | |
| FGJ | 15-07-2008, 20:55 | |
| paconeto | 16-07-2008, 03:09 | |
| paconeto | 16-07-2008, 21:12 | |
| paconeto | 28-07-2008, 20:56 | |
| paconeto | 19-07-2008, 04:14 | |
| FGJ | 17-07-2008, 15:31 | |
| FGJ | 19-07-2008, 15:46 | |
| Mili | 31-03-2009, 20:34 | |
| Peña Rey | 02-01-2011, 17:31 | |
| Nelita | 02-02-2008, 10:17 | |
| rsouto | 17-10-2008, 01:51 | |
| rsouto | 17-10-2008, 01:52 | |
| asdg | 04-02-2011, 19:53 | |
| Nelita | 04-02-2011, 22:20 | |
| Nelita | 05-02-2011, 20:13 | |
| almeida07 | 05-07-2011, 22:17 | |
| ALMIR2211 | 04-05-2012, 22:36 | |
| Nelita | 05-05-2012, 21:33 | |
| f4b2 | 05-05-2012, 23:11 | |
| ALMIR2211 | 06-05-2012, 02:23 | |
| Nelita | 07-05-2012, 12:08 | |
| MCNN | 06-05-2012, 11:16 | |
| helolima | 29-01-2009, 13:55 | |
| Barbos | 27-07-2011, 03:16 | |
| Barbos | 02-08-2011, 14:51 |
| RE: Genealogia da Família Souto | 25-06-2008, 04:18 |
| Autor: paconeto [responder para o fórum]
Prezada Srª Sílvia Grumbach. As informações que a Srª nos tem transmitido são, para mim e para minha prima Lúcia Helena Souto Martini, verdadeiro tesouro. As palavras que acaba de nos relevar, extraídas do diário de José Antônio Alves Souto, são de grande importância histórica. Nós desejamos pedir-lhe autorização para transpormos essas frases ao livro que estamos escrevendo. Neste caso, naturalmente, mencionaremos a procedência e a propriedade do diário. Desconhecíamos que, após a morte do Visconde, os filhos José Antônio e Manuel José assumiram a casa de corretagem do pai. Por outro lado, isto confirma a afirmação de Bessa e Meneses, de que o Visconde teria trabalhado até ao final da sua existência. Embora o último capítulo, que trata do falecimento do Visconde, já estivesse concluído, pretendemos alterá-lo, porque será muito mais significativo que o relato do sepultamento seja feito pelas palavras do próprio filho, preservadas no diário. Achamos muito interessante, também, que José Antônio tivesse comprado a liberdade de diversos escravos. O pai, o Visconde, também era favorável à libertação dos escravos. O 3º filho do Visconde, João José, casou-se com Rita de Queiroz Matoso Ribeiro, filha do Senador Euzébio de Queiroz, quando este já conseguira proibir no Brasil o tráfico negreiro, através da lei que leva seu nome: “Lei Euzébio de Queiroz”. Em nosso livro, temos um capítulo onde tratamos da questão da escravatura, contra a qual os amigos Euzébio de Queiroz e Visconde de Souto tanto se empenharam. Infelizmente, ambos não viveram para ver promulgada a Lei Áurea. Achamos muito interessante saber que a Srª e seu marido têm um retrato a óleo do Visconde de Souto. Tínhamos conhecimento, até agora, de apenas um retrato do Visconde, que é aquele que se encontra na Beneficência Portuguesa, instituição que ele presidiu. Pela gentileza de Ney O. R. Carvalho (autor do livro “Bolsa de Valores do Rio de Janeiro – 150 Anos – A História de um Mercado”), recebemos o cromo de tal fotografia do retrato do Visconde, que ele usou para ilustrar a página 54 daquele seu livro, e que usaremos para ilustrar a capa do nosso. Recentemente soubemos através de Fernanda Louzada (filha de Júlio Louzada, autor do famoso catálogo de arte) que um retrato a óleo do Visconde de Souto (pintado por Benedicto Calixto em 1891) foi a leilão na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro em 30.6.1992. E que outro retrato a óleo do Visconde de Souto e um da Viscondessa de Souto, da autoria do mesmo artista plástico, pintados também em 1891 (ambos nas dimensões de 50 x 62 cm) foram a leilão na mesma Bolsa de Arte no dia 27.6.1995, três anos depois do primeiro leilão. Temos tentado descobrir quem foram os vendedores e, principalmente, os compradores, mas não temos tido sucesso nesta empreitada. Neste caso, nosso interesse seria apenas em ver as telas, principalmente a da Viscondessa de Souto, que conhecemos só de fotografias que já se encontram muito desbotadas. Ficaríamos enormemente agradecidos se, oportunamente, pudéssemos conhecer alguma fotografia do retrato do Visconde que a Srª tem em sua casa. Gostaríamos também, se isto for possível, de poder usá-lo na ilustração do nosso livro, citando a sua propriedade, como de praxe. Não sei se a Srª tem conhecimento, mas o Visconde, no começo da década de 1840, mandou buscar em Portugal a mãe Dª Maria Antónia, o irmão Rodrigo José e as irmãs Maria Cândida e Ana Maria. Os três casaram-se no Brasil com pessoas de excelentes famílias. Temos, também, muito material que gostaríamos de enviar-lhe. Por exemplo, fotografias do álbum da irmã do Visconde de Souto, Ana Maria, todas até agora sem identificação. Esse álbum pertence a Dr. Dalmiro da Motta Buys de Barros, que foi presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, e que será o prefaciador do nosso livro. Como faríamos, eu, minha prima e a Srª, para NOS COMUNICARMOS? Eu tenho uma sugestão e minha prima tem outra. Vou tentar, primeiro, a minha própria sugestão. Como introdução, devo narrar-lhe o seguinte: por volta do ano de 2006, abri uma página no Orkut, com o objetivo de contatar parentes distantes e amigos de infância. Graças a isso, localizei colegas de escola e fui localizado, por exemplo, por um primo a quem não via há décadas! Depois, fiz uma fascinante pesquisa: ingressei nas “comunidades” do Orkut denominadas “Rua Senador Furtado” e “Rua Ibituruna” (que são as antigas “Rua do Souto” e “Travessa de Campo Alegre”, duas delimitações da antiga Chácara do Souto) e lancei em ambas dois tópicos na seção “Fórum”, aos quais denominei, respectivamente, “PESQUISA HISTÓRICA SOBRE A RUA SENADOR FURTADO” e “PESQUISA HISTÓRICA SOBRE A RUA IBITURUNA”. Para minha surpresa, moradores das ruas interessaram-se pelo assunto da Chácara do Souto e cheguei a interessantes descobertas. São pessoas que me sensibilizaram pela gentileza e desejo em ajudar nas pesquisas. Agora, vamos à minha sugestão: como o Orkut é muito moderno e atual, acredito que a Srª possa ter algum filho, ou algum neto, ou sobrinho, que tenha página (ou “conta”, como dizem) no Orkut. Se assim for, esse seu familiar poderá procurar pelo meu nome na pesquisa do próprio Orkut, e deste modo irá direto para a minha página. Basta que esse seu familiar se comunique comigo, me mandando um recado qualquer através do Orkut. Em resposta, ao “adicioná-lo”, ele terá automaticamente acesso ao meu endereço de e-mail. A partir de então, a Srª poderá me enviar e-mails, sem que tenhamos de informá-los neste espaço (pois, se aqui divulgados, ficarão em aberto na Internet, o que não é recomendável). Além disso, ele poderá entrar na comunidade da Rua Senador Furtado, ir ao fórum e mostrar à Srª a maneira como se desenvolveu o tópico “Pesquisa Histórica sobre a Rua Senador Furtado”, que conta com 54 postagens. Se assim não der certo, não tem problema, pois então seguirei a sugestão da minha prima, que talvez seja até mais prática. A Srª e, obviamente, seu marido, têm, desde já, o nosso agradecimento formal que constará no corpo do próprio livro. Na expectativa de próximos contatos, muito grato, Francisco Souto Neto. |
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