Forum de Genealogie |
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| Mensagens neste tópico | Auteur | |
| Eliana Linhares | 05-06-2008, 00:30 | |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 01:44 | |
| mtt | 05-06-2008, 02:57 | |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 09:44 | |
RE: Imigração Inglesa no Porto Séc. XVIII » |
mtt | 05-06-2008, 21:54 |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 22:48 | |
| Eliana Linhares | 05-06-2008, 20:48 | |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 10:23 | |
| Eliana Linhares | 05-06-2008, 21:01 | |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 22:31 | |
| Jotarodrigues1979 | 05-06-2008, 22:55 | |
| Adilia M | 05-06-2008, 23:12 | |
| Jotarodrigues1979 | 06-06-2008, 00:47 | |
| Adilia M | 08-06-2008, 16:45 | |
| Jotarodrigues1979 | 09-06-2008, 02:05 | |
| Jotarodrigues1979 | 13-06-2008, 13:13 | |
| Adilia M | 13-06-2008, 13:34 | |
| Eliana Linhares | 06-06-2008, 01:22 | |
| Jotarodrigues1979 | 06-06-2008, 13:06 | |
| Eliana Linhares | 06-06-2008, 13:22 | |
| Jotarodrigues1979 | 13-06-2008, 14:19 | |
| Eliana Linhares | 13-06-2008, 22:33 | |
| yelkcub | 04-06-2009, 07:48 | |
| valboa | 04-06-2009, 09:42 | |
| yelkcub | 04-06-2009, 10:37 | |
| valboa | 04-06-2009, 11:35 | |
| yelkcub | 04-06-2009, 20:33 | |
| valboa | 05-06-2009, 10:22 | |
| José Allen | 05-06-2009, 09:42 | |
| valboa | 05-06-2009, 08:28 | |
| José Allen | 04-06-2009, 22:45 | |
| yelkcub | 05-06-2009, 08:41 | |
| José Allen | 05-06-2009, 09:37 | |
| valboa | 05-06-2009, 09:33 | |
| kee | 10-06-2009, 19:18 | |
| aeiou2 | 10-06-2009, 20:14 | |
| kee | 11-06-2009, 20:34 | |
| aeiou2 | 11-06-2009, 20:55 | |
| aeiou2 | 13-06-2009, 05:47 |
| RE: Imigração Inglesa no Porto Séc. XVIII | 05-06-2008, 21:54 |
| Auteur: mtt [responder para o fórum]
Caro João Stevenson Rodrigues Penso que deve considerar a hipótese de o viajante provir de Londres. O chamado paquete do norte, que trazia passageiros do Havre de Grace e de Inglaterra (Plymouth?), não entrava na barra do Douro; apenas pairava ao largo, à espera da lancha que lá ia levar e receber a mala do correio, e algum destemido viajante que se arriscasse ao transbordo em precárias condições. Foi devido às condições do mar serem inapropriadas a esta operação que o seu bem conhecido arcebispo “in partibus infidelis” ficou em terra, quando pretendia seguir para Londres, onde prosseguiria a carreira comercial que se havia tornado inviável no Porto, por ter sido exposta a autoria de um poema herói-cómico que escrevera e que tinha indisposto contra ele a generalidade das baronias e viscondados portuenses. Se as condições do mar tivessem sido outras nesse dia, não teria ele chegado a ir para Coimbra, e a sua biografia teria sido em tudo diferente da que conhecemos. Quem vinha de França ou de Inglaterra para o Porto, tinha duas alternativas ao acima descrito transbordo em pleno mar: desembarcava em Vigo, fazendo depois o trajecto por terra, opção dos bacharéis recém-formados a quem os pais pagavam uma estadia em Londres ou Paris e, de uma maneira geral, de quem suportasse o incómodo e a demora de uma viagem por terra; ou em Lisboa, fazendo depois o trajecto para norte no vapor da carreira, opção dos que tinham mais idade, ou família que não quisessem expor às perigosas e péssimas estradas e às sempre problemáticas dormidas. Também me parece merecer reflexão a possibilidade de a viagem estar ligada ao final da Patuleia: a convenção de Gramido, 19 de Junho de 1847, é apenas um mês anterior à notícia. Quem estivesse instalado em Inglaterra, por não querer sujeitar-se às vicissitudes da guerra civil, e pretendesse voltar a Portugal, dificilmente poderia chegar mais cedo. Cumprimentos, Manuel. |
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