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| Mensagens neste tópico | Autor | |
| JoãoGaspar | 16-01-2008, 12:21 | |
| JoãoGaspar | 16-01-2008, 12:25 | |
| JoãoGaspar | 16-01-2008, 12:42 | |
RE: Aldeia Galega do Ribatejo - Montijo » |
JoãoGaspar | 18-01-2008, 01:58 |
| JoãoGaspar | 18-01-2008, 02:02 | |
| JoãoGaspar | 18-01-2008, 14:58 | |
| JoãoGaspar | 20-01-2008, 19:52 | |
| V.Q.F. | 21-01-2008, 18:29 | |
| JoãoGaspar | 21-01-2008, 21:17 | |
| V.Q.F. | 21-01-2008, 21:51 | |
| JoãoGaspar | 28-05-2008, 17:16 | |
| V.Q.F. | 28-05-2008, 18:50 | |
| JoãoGaspar | 28-05-2008, 21:11 | |
| biblos | 24-08-2008, 16:43 | |
| JoãoGaspar | 01-09-2008, 19:17 | |
| biblos | 04-09-2008, 17:13 | |
| JoãoGaspar | 04-09-2008, 21:46 | |
| biblos | 03-12-2008, 20:29 | |
| J.R. | 15-05-2012, 20:59 | |
| J.R. | 13-05-2012, 03:25 | |
| J.R. | 13-05-2012, 03:31 | |
| tmacedo | 15-04-2012, 11:13 | |
| JoãoGaspar | 19-04-2012, 01:53 | |
| tmacedo | 19-04-2012, 06:13 | |
| FGJ | 29-05-2008, 18:20 | |
| JoãoGaspar | 29-05-2008, 19:30 | |
| FGJ | 29-05-2008, 21:29 | |
| JoãoGaspar | 29-05-2008, 21:42 | |
| mjgl | 19-07-2008, 22:04 | |
| JoãoGaspar | 20-07-2008, 13:36 | |
| gmg | 20-07-2008, 13:40 | |
| mjgl | 20-07-2008, 18:01 | |
| CCS1953 | 04-09-2008, 17:45 | |
| mjgl | 04-09-2008, 21:02 | |
| CCS1953 | 04-09-2008, 21:22 | |
| mjgl | 04-09-2008, 21:36 | |
| J.R. | 10-05-2012, 13:45 | |
| Txispa | 31-05-2008, 09:44 | |
| Txispa | 31-05-2008, 09:51 | |
| JoãoGaspar | 31-05-2008, 21:47 | |
| peninha | 27-03-2013, 13:46 | |
| JoãoGaspar | 28-03-2013, 01:24 | |
| peninha | 28-03-2013, 13:22 | |
| Miguel Leal | 28-03-2013, 15:02 | |
| abento | 25-07-2008, 22:35 |
| RE: Aldeia Galega do Ribatejo - Montijo | 18-01-2008, 01:58 |
| Autor: JoãoGaspar [responder para o fórum]
Da Coreografia Portuguesa A Vila de Aldeia Galega do Ribatejo no inicio do Sec. XVII (Actual cidade do Montijo.) Duas léguas de Alhos Vedros, três de Lisboa e cinco de Palmela, esta fundada a Vila de Aldea Galega que por ficar no “les-sueste” (?) do rio Tejo lhe acrescentaram: do Ribatejo. Para distinção de Aldeia Galega da Merciana. El Rey Dom Manuel I lhe deu Foral a 15 de Setembro de 1514. Tem Juiz de Fora aos 140 anos. A igreja nova, das melhores de Ribatejo, que o braço do povo fez e ornou de prata e ornamentos, tem 12 mil reis de fábrica velha para o comum e 8 mil reis de fábrica nova pelo Mestre na Mesa Mestral. É da invocação ao Espírito Santo, com Prior e dois Beneficiados da Ordem de Santiago e Tesoureiro. Os frutos da terra são vinhas, pinhais e marinhas, tem dezoito barcos de carreira com um cais de cantaria perfeito e dos melhores de Ribatejo e todos os dias se vai e vem de barco da carreira a Lisboa, até em dia das Pascoas e Semana Santa, sendo os moradores isentos de pagarem portagem. Tem pessoas nobres do apelido Pimentel, Pacheco e Novais e homens muito ricos e conta hoje com quatrocentos e cinquenta vizinhos. Edificada assim a Vila, se acha hoje o Concelho com mais de setecentos mil reis de renda todos os anos, em razão da estalagem que tem. Tem nove estalagens comuns, as melhores de todo o Reino, pela grandeza, abundância e limpeza que nela há. A Vila esta num plano e é bastante sadia rodeada por pinhais e vinha. Alem da Igreja Matriz de que acima tratamos, tem esta mais a Misericórdia, cuja igreja se fundou no ano 1533. Tem de renda cento e vinte mil reis e um só capelão. A Igreja de São Sebastião que a foi a primeira Matriz, a Igreja de Nossa Senhora da Graça dos Frades de Santo Agostinho, junto à sua Quinta à entrada da Vila, a de Santo António no principio do arrabalde para o ponte. O seu termo tem uma freguesia de invocação a São Jorge, com Capelão Curado da Ordem de Santiago a qual esta no lugar de Sarilhos o Grande, fica a sul da Vila meia légua, foi antigamente opulento, povoado de pessoa nobres e esta hoje em estado que mal tem sete vizinhos. Santiago da Povoa, que fica a noroeste da Vila, teve seu princípio em um lugar, que ali ouve de que mal hoje se vislumbram seus alicerces e só esta em ser (?) a Igreja, que fabrica Dom Fernão Martins Mascarenhas. A Nossa Senhora da Atalaia a três quartos de légua da Vila é imagem muito milagrosa, onde correm com devoção alguns vinte e seis povos com seus círios, que se continuam da primeira Oitava da Pascoa da Ressurreição até o mês de Outubro, Dora o concurso de muitos devotos de todo o ano em particular as duas Confrarias de Santa Luzia e Santo Amaro. Tem Ermitão Sacerdote, que apresenta a Câmara e confirma a Mesa da Consciência. A Ermida de Santo António no sítio da Lançada, um quarto de légua, a qual edificou por uma promessa Jorge Gomes Alemo. |
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