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RE: Espírito de Conquista : colonos X xocleng 14-06-2007, 15:53
Autor: Ricardo de Oliveira      [responder para o fórum]
Caro João Pombo

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Abraço

Ricardo
Espírito de Conquista : colonos X xocleng 07-06-2002, 03:26
Autor: Ricardo de Oliveira      [responder para o fórum]
O Espírito da Conquista prossegue na América. Portugueses e brasileiros contra os Xocleng

Alguns episódios do destino das populações e dos colonos portugueses no Brasil Meridional. Cenas em que estiveram envolvidos alguns dos nossos parentes, membros das famílias Amaral Gurgel (cena 1) e Oliveira Cercal (cena 2), em Santa Catarina. Os índios xocleng praticavam formas de rituais antropofágicos (cena 3). Resistiram até o início do século XX. Ainda no final do século XIX atacaram a região e a fazenda do meu trisavô paterno, João Gomes de Oliveira (cenas 4 e 5). Mouros ou xocleng, o inimigo morava ao lado. Atenção - Não recomendado para os impressionáveis.

Cena 1

Senhor Brigadeiro G.or Sebastiaõ X.er da Veiga Cabral da Camera. – Ponho na prezença de V. S.a que no dia 17 do 8br.º proximo passado sahiraõ os Bugres no Contin.te de Lages em huma parage chamada a Lagoinha que dista duas Legoas de huma fazenda denominada Coritibanos q’ foi do defunto Cap.m Antonio Jozê Per.a que distará da V.a das Lages oito p.a nove Legoas, com mais duas á tal parage faz a Somma de dés p.a onze Legoas, em cujo asalto mataraõ quatro pesoas a saber, hum homem q’ foi encontrado prim.º o q.al hia montado, e frechando-lhe o cavallo cahio no chão depois do cavallo corcoviar, depois disto suscedido o mataraô a porrete; e seguindo d.os Bugres o cavallo disparado com a frecha, teve este a sua carreira direita á caza de hum morador p.r nome Luis Felis, (f.º de outro do m.mo nome), e q’ vendo o rrevoliço, e motim q’ vinhaõ fazendo d.os Bugres teve o acordo de fugir, – mas este o naõ teve sua m.er, e suas duas filhas q’ foraõ apanhadas em caza, e ouvindo o marido fogido os gritos de sua consorte veyolhe acodir, e se metteo no precipicio de que morreo, e sua m.er, e a estes dous infelices acompanhou huma filha menina que tambem matá-raô, depois lhe tiráraô ou esfoláraô a pelle da Cabeça, junta com o cabello p.r este ser m.to Louro, e a filha mais velha q’ dizem teria oito p.ª nove a.s como era m.to bonita, e tambem Loura do cabello, a conduziraõ para os seus alojamentos, e entre o rasto dos ditos Bugres foi achado o da tal menina. Esta noticia me da o Cap.m Comd. Daquelle dest.º Bento do Am.al Grogel Annes p.r carta de 24 de 8br.º passado, e dipois deste primr.º insulto dizem já tornáraô por duas vezes, e conduzirao o milho, q’ acharaô nos payóis dezamparados de seos donos, os quais largaraô de suas fazendinhas, e Sitios, e se retiraraô p.ª o pé da V.ª aonde se achaõ com pouca sigurança pela pouca providencia q’ se tem dado a este resp.to, e me asiguraõ istaõ d.os fogitivos esperando pela quarta invazaõ, q’ sendo assim, dizem querem pasar a este Contin.te; e como V. S.ª me tem ordenad q’ naõ deixe passar neste Reg.to pesoa alguma sem q’ veinhaõ ligitimados pela policia de suas Capitanias, me vejo otuzo neste ponto, porq’ se aquelles mizeraveis quizerem escapar as suas vidas das mans daquelles gentios, e se quizerem rcolher p.r siguros a este Destr.º, parece justo aver com d.os toda a comizeraçaõ, para o q’ pesso a V. S.ª me detremine o q’ devo obrar neste p.to, se acazo acontesser, o q’ asima relato. Nos fundos desta Vacaria já foraõ vistos fógos p.r duas vezes e teinho dado providencia p.ª logo q’ haja novid.e fazer despedir a ver se se podem apanhar alguns para fazer remeter a V. S.ª D.s G.e a Illustre pessoa de V. S.ª p.r m.s e felices a.s Registro de Sancta Victoria a 22 de 9br.º de 1782 - Sudito o mais obr.º Manoel da Fon.ca Pais.

Cena 2

Em S. Francisco do Sul, no ano de 1851, foram inventariados os bens de Manoel da Cunha Maciel, natural da Vila de S. Miguel da Terra Firme, filho de Jorge da Cunha Maciel e de Mariana Francisca da Anunciação, sendo inventariante a viúva Magdalena Maria de Oliveira Cercal, sua segunda mulher, que declarou tão-só filhos do primeiro leito do finado, casado que fora, em primeiro matrimônio, com Quitéria Ignácia de Jesus, filha de Manoel Cardoso Coelho e de Luiza Rosa, naturais da Ilha Terceira, que foram: Francisco José da Cunha Maciel; José da Cunha Maciel; Luiza, casada com Jacinto Pereira da Rosa; Libório da Cunha Maciel; Josefa, casada com Ignácio de Oliveira Cercal; Ignácia, casada com Galdino Antônio da Rocha; Justina, casada com Manoel Francisco da Rosa; Ana, já finada, e, por ela, os filhos: Ignácia, Joaquim, João, Luciano, Francisco, José e Ignácio; Maria, já finada também, e, por ela, sua filha Maria, casada com Vicente Antônio dos Santos; e Jacinta, já finada, e, por ela, seus filhos Maria e Ricardo, “em poder dos bugres” (N. do A.). Pesquisado por Antonio Roberto Nascimento.

Cena 3

BUGRES- Escalpações e Antropofagia praticadas pelos Xocklengs ( Aueikomas) de língua caingang.
A) Seleção extraída das notas de rodapé, aditadas à obra “Palavras aos Blumenauenses” - Pronunciamentos de Hercílio Deeke, organizada por N.Deeke- inédita.
Assunto “CASTELO DO BUGRE”.( Uma das várias interessantes menções sobre a lenda do “Castelo dos Bugres” consta do Bl’au em Cadernos vol. XXIV pág. 22 e 3l em artigo de Elly Herkenhoff sob o título “Terra Oca ?” onde se reporta ao “poema do primitivo colono alemão de Santa Catarina”, que mais do que qualquer um deve ter conhecido os mistérios do Castelo dos Bugres. Diz Herkenhoff : “Um dos primitivos colonos alemães de Santa Catarina, no Brasil, escreveu e publicou um livro em alemão antigo, tratando do mundo subterrâneo, baseando-se para isto em informações dos índios.)
Texto do excerto : ...O relatório de Emil Odebrecht, referente a expedição de l863, in : Bl’au Cadernos vol. XVII pág. 205 e seguintes, consigna: “a volta da qual se acha a queda, corre em direção N-S; cerca de 30º de declinação de S-O,, onde, numa distância de mais ou menos uma légua, há um morro, com platô arborizado, em forma de Esquife (consta a observação Serra do Mirador, anotada posteriormente) e adiante Odebrecht registra : “Pelo relato de um soldado que antigamente conviveu AQUI com os bugres.(relatório l863, logo se refere a um branco que lá estava naqueles idos, o qual dificilmente sujeitar-se-ia a morar no tipo de habitação ( rancho-palheiro de meia água) usual dos bugres; procuraria lugar mais confortável, e foi dito conviveu “AQUI” - portanto sedentariamente, pelo que podemos supor que habitou nas cavernas). Continuando a expedição pelo braço do Norte acima, relata que ouviram, muitas vezes, o barulho dos bugres, nos morros, do outro lado do rio (na cadeia do espinhaço do Mirador). Logo depois que Odebrecht empreendeu esta missão que durou desde 14 de janeiro a 21 de fevereiro 1863, o “Kolonie Zeitung” de Joinville, em 25 de abril de 1863, noticia um ataque dos indígenas na região do Itajaí Mirim, no qual mataram três operários de uma serraria, dentre os quais um descendente “de antiga família bávara do Barão von Thomm Dittmar” o qual após morto a frechadas foi massacrado a pauladas a fim de lhe extraírem a massa encefálica, “que os bugres apreciam como complemento de bebida” (portanto os botocudos também praticavam alguma antropofagia). Como concomitantemente os indígenas assaltavam em Brusque e Odebrecht os ouvia no Mirador, poder-se-ia supor que as habitações estivessem sendo utilizadas pelos bugres mais idosos e crianças deixadas naquele sítio, donde poderiam, estrategicamente, tudo divisar, notando qualquer aproximação ou fumaça de caçadores, bem como fugir com relativa facilidade. Lá preparariam as pontas de flechas e balaios para os jovens guerreiros nas suas incursões venatórias e de assalto.
( Obs. : Acerca das “Habitações Líticas da Serra do Mirador” coletei vasta bibliografia, consubstanciada em documentário que foi publicado em série pelo “Jornal de Santa Catarina- ano 1996 e que resultou no tombamento, pelo IPHAN no mesmo ano )
B) Excerto extraído do Suplemento do Vórtex - nº 14 de Niels Deeke – inédita.
Relação dos 134 assaltos indígenas mais significantes, verificados na região do Vale do Itajaí Açu, Itajaí Mirim e zonas limítrofes.
Organizada a partir da relação elaborada por José Deeke, In- “O Município de Blumenau e a História de seu Desenvolvimento” pág. 214 e completada por Niels Deeke através várias fontes. { Supl. Vórtex 14) : « “ATAQUES INDÍGENAS ” » }
21 1863 13 /.3 Águas –Claras
Brusque Assalto de bugres na serraria de Franz Sallenthien, cuja sede mantinha na Barra do Rio Itajaí. –in “Brusque subs. Hist.”- Oswaldo Cabral pág.89 Mortos 03 brancos, João Dittmer, um descendente do barão Von Thomm Dittmer, Manoel Paranaguá, que era filho de José Paranaguá e Pedro Gorke. Relato in Kolonie Zeitung- de 25.4.1863- Joinville, informando que extraíram o cérebro de um dos brancos para preparar uma beberagem- notícia de antropofagia.

Cena 4

Agora, a 25 de novembro de 1873, traiçoeiros e atacando de emboscada, os bugres assaltaram a casa do Sr. Johann Lenschow, último colono em direção ao vale do Rio Seco, na Estrada da Serra. Repentinamente, como era tática do silvícola, saltaram do mato uns 30 ou 40, gritando e flechando Lenschow, sua mulher e uma filha de 7 anos. Três outros filhos conseguiram fugir, atravessando o Rio Seco e escondendo-se na roça.
Os bugres apoderaram-se dos objetos encontrados na casa de Lenschow, seus machados, enxadas, petrechos de cozinha e acolchoados, desaparecendo em seguida na selva.
Os colonos vizinhos, bem como os moradores brasileiros dos arredores saíram em perseguição aos bugres, encontrando somente os rastros deixados nos seus acampamentos. Carlos Ficker. História de Joinville : 1965, 284.

Cena 5

Ontem sairam os indigenas da tribo dos botocudos na nova fazenda do sr. João Gomes de Oliveira, situada somente 17 quilômetros distantes desta cidade de Joinville, na margem do Cubatão Grande e próximo à beira da Estrada Dona Francisca. Aí fizeram grandes estragos, roubando tudo o que acharam; felizmente não mataram ninguém , achando-se os trabalhadores ausentes na ocasião da saída, sendo o dia um Domingo. Consta-nos que a autoridade policial já telegrafou ao sr. Presidente da Província comunicando o fato e pedindo socorros. Gazeta de Joinville, 8/2/1882.

Ricardo Costa de Oliveira
Curitiba
Paraná
Estado do Brasil
RE: Espírito de Conquista : colonos X xocleng 12-06-2007, 18:49
Autor: Vieira-SimõesIII      [responder para o fórum]
Caro Ricardo de Oliveira

Muito obrigado por ter postado esta documentação. Achei extremamente interessante. Desconhecia que o sul do Brasil tivesse conflitos com indigenas até bem perto do secXX.

Já agora, quando e como foram definitivamente pacificados os Xocleng?

Cmpts
Edmundo Simões
RE: Espírito de Conquista : colonos X xocleng 13-06-2007, 03:58
Autor: Ricardo de Oliveira      [responder para o fórum]
Caro Edmundo Simões

No Estado do Paraná o último grupo indígena só foi contactado nos anos 1950. Os últimos índios xetás nascidos na situação tribal ainda vivem e representam a última geração anterior à fronteira agrícola em suas terras.
Há um bom texto informativo sobre eles na internet com o título:
O Fim de um Povo Paranaense, Os últimos dos XETÁS.
Em Santa Catarina os últimos remanescentes xocleng só foram para as "reservas" nas primeiras décadas do século XX. Uma leitura importante é o livro de Sílvio Coelho dos Santos, Índios e Brancos no Sul do Brasil.
Hoje em dia análises de ADN apontam algumas diferenças genéticas entre os diferentes grupos indígenas do Sul do Brasil, principalmente os charruas e minuanos nos Pampas, no extremo sul do Brasil.

Revista Pesquisa FAPESP - 134 - Abril 2007 - Edição 134
Ciência > Genética

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O DNA dos Pampas
Além de espanhóis, índios guaranis e charruas estão entre os ancestrais dos gaúchos
Ricardo Zorzetto

À entrada de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, um imponente laçador em trajes típicos – chiripá (fraldão que faz as vezes de calça) e lenço no pescoço – homenageia os gaúchos. Símbolo da capital gaúcha, o laçador foi esculpido à imagem do compositor João Carlos Paixão Côrtes, um dos criadores do primeiro Centro de Tradições Gaúchas e responsável pelo resgate e pela disseminação da cultura dos Pampas por todo o país.

Em uma espécie de continuação acadêmica da restauração da identidade gaúcha, as geneticistas Andrea Marrero e Maria Cátira Bortolini, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), concluíram agora o perfil genético do típico morador dos Pampas, os vastos campos que se estendem do sul do Brasil ao Uruguai e ao norte da Argentina. “Esse é um grupo cuja ancestralidade é difícil de determinar porque resulta de miscigenação antiga, do início da colonização”, diz Maria Cátira.

Em colaboração com Francisco Salzano, que há 50 anos estuda genética de populações indígenas, Andrea e Maria Cátira examinaram o material genético de 150 homens de Alegrete e Bagé, interior do Rio Grande do Sul, já próximo à fronteira com o Uruguai e a Argentina, onde se acredita que tenha surgido o gaúcho. E constataram que, assim como o restante do povo brasileiro, o gaúcho é produto de uma intensa miscigenação entre índios, negros e europeus. Mas com peculiaridades importantes.

A análise do cromossomo Y, transmitido de pais para filhos homens e indicador da ancestralidade paterna, mostrou que 90% dos gaúchos descendem de europeus. Mas, diferentemente do que se observa em outras regiões brasileiras, suas características genéticas são mais semelhantes às dos espanhóis do que às dos portugueses. Mais de um fator histórico explica o que a genética registra. Durante dois séculos e meio, o que hoje é o Rio Grande do Sul pertenceu à Coroa espanhola por determinação do Tratado de Tordesilhas, que dividiu o Novo Mundo entre Espanha e Portugal em 1494. Área de constantes disputas entre portugueses e espanhóis, essa região só seria integrada ao Brasil em 1750, com a assinatura do Tratado de Madri. Outra característica dos habitantes dessa região era se deslocar pelos Pampas sem se confinar às demarcações políticas do território, transitando livremente entre Brasil, Argentina e Uruguai. “A fronteira para o gaúcho são os próprios Pampas”, explica Maria Cátira.

Pelo lado materno, porém, a contribuição indígena para a constituição genética do gaúcho foi bem superior à média do país – de 33%, segundo estudos da equipe de Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais – e próxima à observada na Amazônia, segundo artigo a ser publicado na Human Heredity. Mais da metade (52%) dos gaúchos tem uma ancestral indígena, 37% são descendentes de europeus e apenas 11% de africanos.

Ante essa característica, Andrea e Maria Cátira voltaram a atenção para o componente indígena dos gaúchos. Ao comparar com o material genético de 5 mil grupos nativos das Américas, verificaram que a porção indígena pode ter duas origens: os guaranis, grupo original da Amazônia que migrou para o sul do país há uns 2 mil anos; e os charruas, povo que habitou parte do Rio Grande do Sul e do Uruguai. Os charruas não se deixaram subjugar pelos colonizadores e foram exterminados pelos uruguaios no século XIX. “Apesar de bravios, há relatos no Uruguai de mulheres charruas integradas às famílias de estancieiros”, diz a geneticista.

Embora tenham sido extintos, recentemente pesquisadores uruguaios recuperaram material genético do último grande chefe charrua, Vaimacá Perú. “Eles desapareceram como grupo etnocultural, mas deixaram suas marcas nos genes dos gaúchos”, diz Maria Cátira. Para ela, nem os genes nem a herança cultural dos charruas foram apagados. Provavelmente foi deles que o gaúcho herdou a destreza para lidar com cavalos e boleadeiras, usadas para encilhar o gado e os animais no campo.
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Cumprimentos
Ricardo
RE: Espírito de Conquista : colonos X xocleng 13-06-2007, 19:20
Autor: joão pombo      [responder para o fórum]
Caro Ricardo Oliveira:

Também achei muito interessante este seu post, aliás não me impressionou minimamente, o que deve ser sinal dos tempos em que vivemos.
Não me passava pela cabeça que a região sul do Brasil (Sta. Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul) tivesse um historial indígena pelos vistos tão grande.
Aguçado pela curiosidade, estive a fazer umas pesquisas na net e felizmente há muita informação sobre os índios do Brasil, incluindo as tribos ou nações mais meridionais.
Vi algumas fotografias e achei piada ao facto de os índios destas tribos serem muito parecidos com os das outras regiões do Brasil, eventualmente menos "coloridos" e com menos adornos no corpo.
Penso já ter dito aqui no Fórum que sempre me senti fascinado pela região sul do Brasil, pela Argentina e Uruguai, que infelizmente não conheço.
O seu post é mais um pretexto para umas boas horas a navegar na net, até que possa concretizar o desejo de passar uns dois meses em pleno cone sul latino-americano.

Um abraço
João Pombo