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ZALMA 03-10-2006, 08:39
obidos 04-10-2006, 13:52
ZALMA 06-10-2006, 08:44
RE: Brasão ?, Ribeiro Cáceres Dantas Amorim Cáceres »
obidos 08-10-2006, 18:23
ZALMA 09-10-2006, 10:13
obidos 09-10-2006, 11:13
ZALMA 09-10-2006, 11:23
obidos 12-10-2006, 19:48

RE: Brasão ?, Ribeiro Cáceres Dantas Amorim Cáceres 08-10-2006, 18:23
Autor: obidos      [responder para o fórum]
Cara Zalma

Copio o que vem descrito na carta de armas.

D. Maria por graça de Deus Raynha de Portugale dos Algarves, daquém e dálem Mar em África, Senhora da Guiné, e da conquista e navegação do comércio da Ethiopia, Arábia, Pérsia e da Índia & Faço saber aos que esta minha carta de brazão de Armas de Nobreza, e Fidalguia virem que Diogo Luis de Càceres Noitel de Amorim Dantas, natural desta cidade de Lisboa, me fez petição dizendo que pela sentença de justificação de sua Nobreza a ella junta proferida e asinada pello meu Dezembargador Corregedor do Civel da Corte, e Caza da Suplicação o Doutor Jozé António Pinto Donas Botto: sobscrita por Jozé Theodoro de Neronha Feital escrivão do mesmo juízo, e pelos documentos incorporados nella se mestrava que elle é filho legitimo de Ricardo António Morato de Cáceres Amorim Dantas, natural da vila de Alvorninha, e de sua mulher Leonor Eufrazia Rita natural desta dita cidade, onde foram moradores. Neto pela parte paterna de Luís da Silva Noitel de Cáce- (pag 1) res e de sua mulher D-Roza de Amorim Dantas, filha de Manuel da Silva e Souzae de sua mulher D. Maria de Amorim Dantas. Osquais seus pais, avós e mais ascendentes que foram pessoas muito nobres legitimos descendentes das esclarecidas familias dos apelidos de Cáceres, Amorim e Dantas deste reyno, e como tais se tratarão com Armas, cavalos, creados e toda a mais ostentação gravidade e erespeito próprios da Nobreza, servindo os primeiros Lugares do governo das terras onde viveram sem que em tempo algum crime de Leza Magestade Divina ou Humana, cujas distinções e mais prorrugativas concervava elle suplicante pello que me pedia por Mercê que para a memória dos seus Progenitores se não perder, e clareza da sua antiga Nobreza lhe mandasse dar Minha Carta de Brazão de Armas das ditas familias para desllas tambem usar na forma que as trouxeram e forão concedidas aos ditos seus Progenitores. E vista por Mim a dita petição, sentença e documento, e de tudo me confiar que elle hé descendente das mencionadas familias e lhe pertencer uzar e gozar de suas Armas segundo o Meu Regimento e Ordenação da Armaria lhe mandei passar esta minha Carta de Brazão dellas na forma que aqui vão Brazonadas, Devizadas e Illuminadas com corees e metais segundo se acham registadasno Livro de Registo de Armas de Nobreza e Fidalguia destes Meus Reynos que tem Portugal Meu Principal (pag 2) (pag 3- iluminura com o brazão) Rey de Armas. A saber Hum Escudo esquatellado. No primeiro, quarto quartel as Armas dos Cáceres que são em campo de ouro hu monte de sua cor, e nelle hua palmeira com tamaras de ouro, e hua estrella vermelha no chefe. No segundo quartel as dos Amorins que são em campo vemelho cinco cabeças de mouros de sua cor com turbantes de prata, e azul cortadas em fangue e barbas de ouro postas em fautor. Em terceiro as dos Dantas em campo vermelho hua crus formada de seis lisonjas de prata. Elmo de prata aberto guarnecido de ouro. Pauife dos Metais e cores das Armas Timbre dos Cáceres que hé a Palmeira do escudo e por diferença hua brica vermelha com hum farpão de prata. O qual escudo escudo e Armas poderá trazer e uzar o dito Diogo Luis de Cáceres Noitel de Amorim Dantas assim como trouxeram e uzaram os ditos Nobres e Antigos Fidalgos seus Antepassados em tempo dos Senhores Reys meus antecessores,e com ellas poderá entrar em Batalhas, Campos Reptos, escaramuças e exercitar todos os mais actos licitos da Guerra e da Paz. E assim mesmo as poderá trazer em seus Firmais, Aneis, Sinetes e Devizas, pollas em suas cazas, capelas e mais edificios, e deixala subre sua própria sepultura,e finalmente se poderá servir, honrar e gozar aproveitar dellas em todo e por todo como a sua Nobreza convem. Com o que quero e me Praz que haja elle todas as Honras Privilegios (pag 4) Liberdades, Graças, Merces, Izençois e Franquezas que hão e devem haver os Fidalgos e Nobres de Antiga Linhagem e como sempre de todo uzarão e gozarão os ditos seus antepassados; pello que Mando aos meus Dezembargadores, Corregedores, Provedores, Ouvidores, Juizes e mais justiças de meus Reynos e em especial aos Meus Reys de Armas Arautos e Passavantes e a quais quer outros officiais e pessoas a quem esta Minha Carta for mostrada e o conhecimento della pertencer que em tudo lha cumprão e guardem e façaõ inteiramente cumprir e guardar como nella se contem sem duvida nem embargo algum que em ella lhe seja posto por que assim hé Minha Mercê. A Rainha Nossa Senhora o mandou fazer o mandou fazer por Joze Bravo Escudeiro Cavaleiro de Sua Caza Real e seu Rey de Armas Portugal. Frey Manuel de Sancto António e Silva da ordem de São Paulo e se fez em Lisboa aos seis dias do mez de Dezembro do Anno do Nascimento de Nosso Senhor JESUS Cristo de Mil sete centos oitenta e seis.
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