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| coelho | 22-09-2004, 14:40 | |
| cyrne | 22-09-2004, 15:28 | |
| manuelr | 22-09-2004, 22:33 | |
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| SUÃO | 18-03-2009, 14:11 | |
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| nunomaria | 03-10-2005, 20:03 | |
| coelho | 26-09-2005, 11:57 | |
| coelho | 02-12-2005, 17:01 | |
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| coelho | 18-03-2009, 14:18 | |
| coelho | 23-09-2007, 14:27 | |
| ffarrajota | 20-01-2009, 19:50 | |
| coelho | 02-12-2005, 17:16 | |
| Nuno Resende | 23-09-2004, 14:02 | |
| coelho | 23-09-2004, 20:59 | |
| SUÃO | 27-09-2005, 00:34 | |
| rmfrp | 23-09-2004, 21:31 | |
| coelho | 27-09-2004, 10:21 | |
| coelho | 27-09-2005, 13:59 | |
| rmfrp | 28-09-2005, 22:54 | |
| coelho | 29-09-2005, 09:30 | |
| rmfrp | 30-09-2005, 23:45 | |
| coelho | 03-10-2005, 17:16 | |
| rmfrp | 04-10-2005, 00:00 | |
| coelho | 04-10-2005, 14:49 | |
RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI » |
abivar | 04-10-2005, 17:33 |
| rmfrp | 04-10-2005, 23:54 | |
| coelho | 30-09-2004, 14:46 | |
| coelho | 03-10-2004, 13:37 | |
| coelho | 07-10-2004, 15:28 | |
| pgirao | 08-10-2004, 21:58 | |
| coelho | 12-10-2004, 09:51 | |
| bartolomeu | 08-10-2004, 23:03 | |
| coelho | 10-10-2004, 10:12 | |
| bartolomeu | 11-10-2004, 11:59 | |
| coelho | 12-10-2004, 09:48 | |
| bartolomeu | 12-10-2004, 22:46 | |
| coelho | 13-10-2004, 11:47 | |
| tfp | 13-10-2004, 12:36 | |
| coelho | 13-10-2004, 13:29 | |
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| melisa | 17-10-2004, 18:02 | |
| coelho | 09-11-2004, 18:32 | |
| coelho | 12-11-2004, 15:38 |
| RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI | 04-10-2005, 17:33 |
| Autor: abivar [responder para o fórum]
Caros Confrades Rui Pereira e Coelho: Os Furtados de Mendonça portugueses constituem decididamente uma (ou várias...) linhagem(ns) muito interessante(s); quanto à origem (pelo menos do ramo principal) é de recomendar o recente trabalho de Manuel Lamas de Mendonça e Manuel Abranches de Soveral que põe em causa, com argumentos que me parecem consistentes e dificilmente contestáveis, a origem tradicional que lhes atribuem os nobiliários. Segundo parece ficar provado, as gerações iniciais eram apenas Furtados sem ligação conhecida com os Furtados de Mendonça de Castela, mas que se terão ligado por casamento a Mendonças eventualmente dos “verdadeiros” de Castela; a origem portuguesa inicial destes Furtados parece mais bem estabelecida do que a aventada ligação posterior aos Mendonças de Castela, mas a hipótese desenvolvida na referida obra para esta ligação parece-me bem fundamentada. Teria havido ocultação deliberada desta ligação tardia para induzir a crença numa varonia Furtado de Mendonça, pelo que o casamento justificando o uso “Mendonça” nesta linhagem terá sido omitido nos nobiliários (numa das primeiras gerações, precisamente acerca do pai do que primeiro usou o “Mendonça” acrescentado ao Furtado, não se diz com quem casou e em alguns nobiliários os dois Afonsos Furtados pai e filho são reduzidos a um só, sendo o omitido primeiro Afonso o presumível marido de uma senhora Mendonça...). Ao investigar costados da minha Mulher deparei-me com um ramo de Furtados de Mendonça de Monsanto cuja origem também me é desconhecida, apesar de ter lido um trabalho em que os entroncam no ramo principal, mas sem fundamentação documental que permita ajuizar da plausibilidade desta ligação; trata-se claramente de pessoas da principalidade local, incluindo um procurador a cortes no século XVI/XVII, um cavaleiro da Ordem de Cristo, administradores de vínculos e pessoas designadas como “nobres”, “ricos e poderosos” em processos diversos; tal como no caso que os confrades referem, também aqui os apelidos ressurgem em filhos de casais que só ostentam patronímicos. Assim um casal António Francisco Sancho e Maria Nunes tem filhos Xisto Furtado de Mendonça, Manuel Nunes Furtado (com filho João de Mendonça dos Reis e neto Francisco José de Mendonça Furtado), Francisco Furtado, Catarina Furtada, etc.; segundo a obra atrás referida, Maria Nunes seria descendente de Pedro Furtado de Mendonça, procurador às cortes e avô do COX Tomé Furtado de Mendonça, mas não são apresentadas provas documentais e os assentos paroquiais falham (durante um período não mencionam os pais nos casamentos...). Noutra freguesia do mesmo distrito (Sobreira Formosa) também aparecem diversos Mendonças, com tendência para preservar o apelido através de diversas quebras de varonia, mas com ligações a gente dos ofícios mecânicos, aparentando um estatuto social inferior aos de Monsanto, pelo menos em alguns ramos. É de notar que estes Furtados de Mendonça de Monsanto existem na região pelo menos desde a segunda metade do século XVI; um Pero Furtado (identificado por alguns com o referido procurador ás cortes) casa em 1596, já existindo na freguesia e noutras limítrofes outros Furtados e Mendonças contemporâneos e não tendo nenhum dos progenitores deste Pero o apelido Furtado. Possivelmente já um avô seria Furtado de Mendonça, e teria nascido ainda na primeria metade do século XVI, cerca de pouco mais de um século depois do nascimento do primeiro inequívoco Furtado de Mendonça português da “linhagem principal”, o segundo Afonso Furtado e o primeiro a usar Mendonça (segundo parece nascido cerca de 1412); a pertencerem a esta linhagem, os primeiros Furtados de Mendonça de Monsanto poderiam ser da geração dos bisnetos do “primeiro”. Trata-se portanto de uma geração “próxima da fonte” o que torna mais curiosa esta proliferação local. Com os melhores cumprimentos, António Bivar |
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