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| coelho | 22-09-2004, 14:40 | |
| cyrne | 22-09-2004, 15:28 | |
| manuelr | 22-09-2004, 22:33 | |
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| matsantiago | 24-09-2004, 18:23 | |
| earodrigues | 16-08-2008, 03:18 | |
| ledinha | 16-08-2008, 13:41 | |
RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI » |
coelho | 26-09-2005, 13:24 |
| coelho | 26-09-2005, 12:12 | |
| coelho | 26-09-2005, 13:10 | |
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| coelho | 23-09-2005, 12:51 | |
| coelho | 15-09-2005, 12:36 | |
| coelho | 09-11-2004, 19:02 | |
| coelho | 26-09-2005, 14:05 | |
| coelho | 26-09-2005, 14:33 | |
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| SUÃO | 18-03-2009, 14:11 | |
| coelho | 17-01-2009, 10:56 | |
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| coelho | 02-12-2005, 17:01 | |
| coelho | 29-08-2007, 22:17 | |
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| ffarrajota | 20-01-2009, 19:50 | |
| coelho | 02-12-2005, 17:16 | |
| Nuno Resende | 23-09-2004, 14:02 | |
| coelho | 23-09-2004, 20:59 | |
| SUÃO | 27-09-2005, 00:34 | |
| rmfrp | 23-09-2004, 21:31 | |
| coelho | 27-09-2004, 10:21 | |
| coelho | 27-09-2005, 13:59 | |
| rmfrp | 28-09-2005, 22:54 | |
| coelho | 29-09-2005, 09:30 | |
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| coelho | 03-10-2005, 17:16 | |
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| coelho | 04-10-2005, 14:49 | |
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| rmfrp | 04-10-2005, 23:54 | |
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| coelho | 09-11-2004, 18:32 | |
| coelho | 12-11-2004, 15:38 |
| RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI | 26-09-2005, 13:24 |
| Autor: coelho [responder para o fórum]
Mais algumas mensagens interessantes: =================================================== RE: Medeiros Freguesia da Povoação Ilha de São Miguel 16-10-2002, 16:54 Autor: JMM [responder para o fórum] -------------------------------------------------------------------------------- ........................................................... - quanto aos nomes das mulheres, não tem nada a ver com ateísmo ou judeísmo, mas simplesmente a) pela absoluta falta de regra na adopção de nomes, b) pela condição social mais baixa, em que a forma de tratamento variava consoante os costumes da localidade, as alcunhas, a ignorância, pelos outros (entre os quais os próprios curas), do nome habitualmente usado, recorrendo-se oas nomes das mães e das tias (por exº), para indicar o da mulher a referir: Ana de Jesus seria filha de uma Maria do Rosário, logo, era a Ana da Maria do Rosário, ou a Ana do Rosário; a Francisca da Ressurreição era filha do Simão Pacheco, logo, seria a Francisca Simôa; são elementos que se vão detectando ao longo dos registos de casamento, de baptismos dos filhos, do próprio óbito e dos baptismos dos netos; .................................... Cumprimentos, Jorge de Mello-Manoel RE: Medeiros Freguesia da Povoação Ilha de São Miguel 21-10-2002, 17:53 Autor: JMM [responder para o fórum] -------------------------------------------------------------------------------- Caro Luís de Medeiros, Retomando alguns temas desta sua mensagem de 16 Out.: - sim, muitas vezes os apelidos eram "adoptados" por serem mais "sonantes", ou por serem os mesmos de famílias mais importantes, mas deve considerar-se essa "adopção", no sentido de "puxar um apelido de um antepassado mais ou menos remoto", isto é, normalmente, essa "adpoção" teria justificação familiar, mesmo que a ligação de ascendência até esse antepassado fosse tudo menos linear. Só que era, normalmente, nas famílias mais destacadas que isso acontecia, porque conheciam - melhor ou pior... - a sua genealogia. Não me parece que fosse muito frequente a adopção pura e simples de um apelido, com o qual não houve qualquer ligação, por mais longínqua que fosse. Excepto, claro, a) na utilização de alcunhas que passavam a apelido; b) num ou noutro caso, raro, de apelido de um padrinho; c) nos casos de filhos bastardos não reconhecidos, que "compunham" um nome a utilizar; d) nos casos de filhos de pais incógnitos, que adoptavam apelidos, sabe-se lá hoje por que razões; e) nos casos de crianças expostas, que, a partir, creio, que do séc. 18, eram criadas à custa das Câmaras Municipais e muitas vezes adoptavam o apelido "da Câmara", que era, além disso, um apelido muito sonante em S. Miguel, visto que era o dos Capitães dos Donatários e Alcaides móres da (então única) cidade de Ponta Delgada, condes de Vila Franca e, depois, da Ribeira Grande. Por essa razão, aliás, houve inúmeras famílias micaelenses e madeirenses (os Câmaras donatários de S. Miguel eram um ramo dos da Madeira), por exº, com ligações genealógicas provadas aos "verdadeiros" Câmaras, que "puxaram" o apelido para a composição dos seus: assim foram os Rebello Borges da Câmara e Castro, os Borges da Câmara e Medeiros Dias e Sousa, os Câmara Coutinho Carreiro de Castro, os Borges Bicudo da Câmara, os Câmara Bettencourt, os Câmara de Mello Cabral, os Moreira da Câmara Coutinho e Mello Cabral, os Borges Newman da Câmara, os Gago da Câmara, os Câmara Falcão (estes, da ilha de Stª Maria), etc., etc. .................................................................... Quanto ao momento em que os indivíduos passavam a usar determinado nome, parece-me que é difícil chegar a conclusões: o que sabemos, pelos registos, é que as crianças eram apenas registadas com o nome próprio (o "nome de pia") e, quando casam, têm já um apelido, ou, pelo menos, um 2º nome (Maria Antónia, Marcos João). No entanto, no caso dos solteiros, vemos que usam, tal como os casados, apelidos ou 2ºs nomes (quando os encontramos como padrinhos, ou nos seus registos de óbito, por exº); aliás, se se prestar atenção aos padrinhos de baptismo, que muitas vezes são tios solteiros da criança baptizada, e, até, em muitos casos serão ainda menores, já são normalmente designados por um "nome completo" (por curto que seja). Quanto à adopção do nome do marido, creio que nunca foi regra em Portugal - excepto durante o Estado Novo (1928-1974), pois julgo que, até, nem o Registo Civil de 1911 obrigava a isso (?); não estou certo. Encontram-se, casualmente, mas só a partir, talvez, de meados do séc. 18, casos em que as mulheres são designadas e assinam (quando o sabem !), o(s) apelido(s) do marido, normalmente a seguir ao seu próprio; já nos finais do séc. 19 isso é muito comum, mas não creio que constituisse "regra"; ao longo do séc. 20 essa era quase uma regra (ignoro se obrigatória); hoje em dia, é opcional, no acto do casamento, a mulher adoptar o apelido do marido, a seguir ao seu (a minha Mãe usa, oficialmente, a seguir ao seu, apelidos de meu Pai, mas a minha Mulher mantém apenas os seus próprios apelidos de solteira, tal como várias outras que conheço...) Cumprimentos, JMM |
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