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| coelho | 22-09-2004, 14:40 | |
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| coelho | 26-09-2005, 13:10 | |
| fábioarruda | 24-09-2005, 03:00 | |
RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI » |
coelho | 23-09-2005, 12:51 |
| coelho | 15-09-2005, 12:36 | |
| coelho | 09-11-2004, 19:02 | |
| coelho | 26-09-2005, 14:05 | |
| coelho | 26-09-2005, 14:33 | |
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| coelho | 02-12-2005, 17:16 | |
| Nuno Resende | 23-09-2004, 14:02 | |
| coelho | 23-09-2004, 20:59 | |
| SUÃO | 27-09-2005, 00:34 | |
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| coelho | 29-09-2005, 09:30 | |
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| coelho | 09-11-2004, 18:32 | |
| coelho | 12-11-2004, 15:38 |
| RE: Omissão/adopção de apelidos até ao século XVI | 23-09-2005, 12:51 |
| Autor: coelho [responder para o fórum]
Caros confrades, aqui copio, de outro tópico, alguns casos interessantes: ============================================== RE: Melo da Cunha 22-09-2005, 17:02 Autor: LCM [responder para o fórum] -------------------------------------------------------------------------------- Caro Tó, Tenho um quarto avô (Bonifácio António de pina Osório) que usa e assina com os apelidos da família da mulher, que esta não usava (era simplesmente Maria Benedita) mas que seu pai usava. No casamento não há qualquer dispensa de parentesco. Ele é filho natural e faltam paroquiais pelo que só sei o nome dos pais. Não são da mesma freguesia embora relativamente próximas. O pai dela era filho natural de um Sargento-mor, Cav. da Ordem de Cristo. Ela tinha primos direitos (filhos de uma meia-irmã do pai) importantes. Talvez por isso, algum prestígio do nome, o meu 4.º avô os tenha adoptado em lugar do simples "Abrantes" do pai de quem era filho natural (que na Beira, onde tudo isto se passa, fácil e habitualmente se converte em Abranches...) Um grande abraço Lourenço RE: Melo da Cunha 22-09-2005, 23:03 Autor: SUÃO [responder para o fórum] -------------------------------------------------------------------------------- Caríssimos Tó, Lourenço, Luís SV, Miguel CN, Rui P e Coelho (desculpem-me as abreviaturas) Conheço mais situações de apelidos aparentemente adoptados. Mas de um caso sei, seguramente, que o foi por adopção. Não há pinga de sangue do apelido nos descendentes que dele fizeram uso. Tudo o que foi possível foi investigado, ascendentes e colaterais. Até que surgiu a única explicação possível: uma ascendência comum com a família desse apelido, mas por outra linha que não a do apelido. A varonia da minha bisavó materna é Vasconcellos Hasse, de Leiria. A conjunção dos dois apelidos surge após o casamento (Santarém-S. Nicolau a 08.02.1741) de seus trisavós Alberto Homem de Vasconcellos Pessoa Spínola (conhecidos os costados até épocas anteriores à fixação dos Hasses em Portugal, e, obviamente, sem qualquer ascendente desse nome) com D. Maria Bárbara da Cunha e Andrade de Sotto-Mayor (b. Lxª-Anjos a 16.09.1720), filha de Luís Álvares de Andrade e Cunha, FCCR, b. Lxª (Anjos) a 23.07.1701 , e de sua mulher D. Micaela Joana da Cunha e Silva Sotto-Mayor, b. Porto (S. Nicolau). A referida D. Maria Bárbara era neta paterna do capitão Manuel Álvares de Andrade e Cunha, FCCR, COC, e de sua mulher D. Ana Bárbara Inácia de Lossios, açafata da Rainha, "huma criada que a Serenissima Senhora Rainha May trouxe de Allemanha merecendo especialissima estimação da mesma Senhora", a qual foi filha de Daniel de Lossios, n. de Hildessein, conselheiro de estado do Bispo-Princípe de Hildessein (Eleitorado de Colónia), e de sua mulher D. Maria Elizabeth de Drefling; neta pat. de Daniel de Lossius, n. Hansfeld, comissário geral de cavalaria, e de sua mulher D. Ana Luísa de Regers, n. Goslar, arcebispado de Bremen; neta mat. de Haquino de Drefling, capitão-general das províncias de Sudermania (?), Wermelandia e Westeros, no reino da Suécia, e de s/m D. Ana Catarina Teresa Schmit, n. Stockholm. A ascendência conhecida destes seus 4 avós era toda escandinava (sueca, norueguesa e dinamarquesa), não se vislumbrando qualquer hipótese de ascendência Hasse, ainda que longínqua. Por outro lado, sabemos que o acima referido Luís Álvares de Andrade e Cunha foi b. em Lxª (Anjos) aos 23.07.1701, apadrinhado por D.Pedro Luís de Meneses, marquês de Marialva, mas baptizado pelo reverendo cónego da Sé de Lisboa e inquisidor da Mesa Grande, Dr. Pedro Hasse de Belém. Porquê baptizado por Pedro Hasse de Belem ? O irmão deste, André Hasse, b. Lxª (Mártires), FSO (c. 1675), COC, casou duas vezes: a 1ª com D. Luísa Maria da Cunha (filha de Luís Álvares de Andrade); e a 2ª com D. Maria Cristina de Drefling, irmã de D. Maria Elizabeth de Drefling, mulher de Daniel de Lossios, estes, os já citados pais de D. Ana Bárbara Inácia de Lossios e de uma outra filha, de nome D. Maria Catarina de Lossios, mulher de Pedro Hasse de Belem, FCCR, FSO, filho do acima referido André Hasse e de s/m D. Luísa Maria da Cunha, sendo esta filha de Luís Álvares de Andrade (o avô paterno do Luís Álvares de Andrade e Cunha supra). Temos então: Hasses primos dos Álvares de Andrade da Cunha; Hasses casados com Dreflings; Hasses casados com Lossios; e o Monsenhor Hasse tio consanguíneo (por via materna) de Luís Álvares de Andrade e Cunha, e que o baptizou. O prestígio do tio inquisidor Hasse, que levaria a baptizar o sobrinho, aliada a esta autêntica teia de relações familiares embrenhadas entre Hasses/Álvares de Andrade da Cunha/Lossios/Dreflings, serão as razões que explicarão o "Hasse" nos descendentes de Alberto Homem de Vasconcellos Pessoa Spínola e de s/m D.Maria Bárbara da Cunha e Andrade Sotto-Mayor. Como se vê as famílias Vasconcellos Hasse, Hasse e Lossios são todas parentes, por Lossios e Álvares de Andrade; embora a 1ª não tenha pinga de sangue Hasse. Boa noite a todos ! |
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