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Melo - Mello
DDJ-vol. II-pg. 178
DDJ-vol. II-pg. 187
DDJ-vol. III-pg. 353
DFP-pg. 248
Melo - Mello
História
Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adoptou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.
Deriva ela, com efeito, de D. Soeiro Reimondes, o Merlo - ou «melro» -, (contemporâneo dos reis D. Afonso III e D. Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».
Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.
Do seu casamento com D. Urraca Viegas, filha de D. Egas Gomes Barroso e de sua mulher D. Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.
Mantem-se, na actualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exactidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adoptamos aqui a grafia moderna, i.e., Melo.
Armas
As armas dos Melos derivam das dos «de Riba de Vizela» e são: de vermelho, uma cruz dupla ou dobre cruz de ouro, acompanhada de seis besantes de prata; bordadura de ouro. Timbre: uma águia estendida de negro, besantada de prata.
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