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Mascarenhas
DDJ-vol. II-pg. 161
DFP-pg. 246
Mascarenhas
História
Sendo esta mais uma família a que os genealogistas costumam dar nobilíssimas e remotas origens, datando estas logo dos primórdios da Nacionalidade, a realidade dos factos é bastante diversa.
Trata-se de um nome com raízes toponímicas, que terá sido extraído do lugar de Mascarenhas, na comarca de Mirandela e o primeiro indivíduo que nos surge documentado a usá-lo, Martim Vaz de Mascarenhas, era cidadão de Évora e homem nobre, a quem D. Fernando I coutou a herdade da Capitoa, no termo daquela cidade.
De entre os seus filhos destacou-se Fernão Martim de Mascarenhas, fidalgo da casa do Infante D. João, filho de D. João I e comendador-mor da Ordem de Santiago no tempo de D. Afonso V, que teve descendência do seu casamento com uma D. Filipa.
Dos dois ramos principais dos Mascarenhas, parece que a chefia do primogénito esteve na Casa dos Condes da Torre e Marqueses de Fronteira, encontrando-se a do secundogénito na dos Marqueses de Gouveia e, hoje, na dos Marqueses de Lavradio.
Armas
De vermelho, três faixas de ouro. Timbre: um leão de vermelho, armado e lampassado de ouro.
Personalidades
  • Brás Garcia de Mascarenhas, escritor e herói da Restauração
Títulos, Morgados e Senhorios
Cargos e Profissões
Ordens
Distribuição Geográfica