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Os Ferreiras do Vale de Alcântara e suas Alianças
Com a publicação da obra "Os Ferreiras do Vale de Alcântara e suas Alianças", de António Sousa Lara e Vasco Quintanilha Fernandes, revela-se mais uma Família que, tendo origem fora de Lisboa - concretamente do lugar do Gaio, freguesia de S. Sebastião do Vimeiro, dos antigos Coutos de Alcobaça - é na capital que se afirma como núcleo familiar diferenciado, contribuindo para a eclosão da revolução industrial oitocentista.
Neste período de progresso, no cenário urbano da foz do Tejo, a história foi protagonizada pela burguesia que desde Pombal se vinha afirmando como o grupo social motor do desenvolvimento nacional. O século XIX propiciou a instalação definitiva deste grupo social que, arejado com o liberalismo, se foi entrelaçando com outras famílias de percurso semelhante e ainda com aquelas que, tendo origem na nobreza, ou reclamando novos privilégios, confluíram para construir os novos tempos. Por vezes ramificando nas colónias e especialmente no Brasil, as histórias genealógicas de que os Ferreiras de Vale de Alcântara são exemplo, contam-nos como a cidade acolheu, transformou e se identificou com esta burguesia empreendedora.
"Os Ferreiras do Vale de Alcântara e suas Alianças", é uma obra dividida em três partes. A primeira detém-se na descendência do casal António Mendes e Francisca Ferreira, moradores no Vimeiro, antigos Coutos de Alcobaça, no século XVIII, tronco da Família Ferreira de Vale de Alcântara.
A segunda parte, aborda com 50 árvores de costados as alianças que se fizeram com esta Família, assim como esquemas genealógicos de alguns antepassados conexos, nomeadamente os Camões e os Fonsecas e Perestrelos.
A terceira parte trata da genealogia dos Cisneros de Espanha, assim como da possível ligação destes com a Família Alemão de Mendonça Cisneiros, portuguesa e com ramificações brasileiras.
Esta obra está disponível na Livraria do Guarda-Mor e para encomendar basta clicar aqui.
Neste período de progresso, no cenário urbano da foz do Tejo, a história foi protagonizada pela burguesia que desde Pombal se vinha afirmando como o grupo social motor do desenvolvimento nacional. O século XIX propiciou a instalação definitiva deste grupo social que, arejado com o liberalismo, se foi entrelaçando com outras famílias de percurso semelhante e ainda com aquelas que, tendo origem na nobreza, ou reclamando novos privilégios, confluíram para construir os novos tempos. Por vezes ramificando nas colónias e especialmente no Brasil, as histórias genealógicas de que os Ferreiras de Vale de Alcântara são exemplo, contam-nos como a cidade acolheu, transformou e se identificou com esta burguesia empreendedora.
"Os Ferreiras do Vale de Alcântara e suas Alianças", é uma obra dividida em três partes. A primeira detém-se na descendência do casal António Mendes e Francisca Ferreira, moradores no Vimeiro, antigos Coutos de Alcobaça, no século XVIII, tronco da Família Ferreira de Vale de Alcântara.
A segunda parte, aborda com 50 árvores de costados as alianças que se fizeram com esta Família, assim como esquemas genealógicos de alguns antepassados conexos, nomeadamente os Camões e os Fonsecas e Perestrelos.
A terceira parte trata da genealogia dos Cisneros de Espanha, assim como da possível ligação destes com a Família Alemão de Mendonça Cisneiros, portuguesa e com ramificações brasileiras.
Esta obra está disponível na Livraria do Guarda-Mor e para encomendar basta clicar aqui.
2011-02-15
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